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9 fatos que você não sabia sobre orgasmos

1. Exercícios simples podem ajudar você a chegar lá

Os exercícios Kegel fortalecem o músculo pubococcígeo, e é ele que sustenta os órgãos pélvicos. Os benefícios são múltiplos: além de ajudar na incontinência urinária (em ambos os sexos), a mulher consegue controlar melhor os músculos da região íntima, resultando em orgasmos mais fáceis e duradouros. Os homens sentem uma melhora no combate à ejaculação precoce e à disfunção erétil.

 

2. Dá para ter um orgasmo puxando ferro na academia

Ao que parece, quem sua a camisa não se beneficia só dos músculos tonificados, não. Principalmente se você for mulher. Um estudo da Universidade de Indiana, nos Estados Unidos, que analisou 530 mulheres, viu que exercícios como os abdominais e o levantamento de peso poderiam desencadear um orgasmo. Mas essa realidade só é possível para uma minoria da ala feminina, que gira em torno de 5%. 

 

3. Ter mais orgasmos diminui o risco de câncer de próstata

Esse, claro, vale para os homens. O risco de câncer cai em até 20%. Apesar de não se saber exatamente qual a relação, uma das possibilidades é que a ejaculação eliminaria substâncias cancerígenas da próstata, segundo pesquisas da Harvard Medical School, nos Estados Unidos.

 

4. Depois do orgasmo, você tem conversas mais profundas

Sim, o período pós-orgasmo é uma boa hora para conversar. Um estudo realizado por professores da Universidade de Connecticut, nos Estados Unidos, mostrou que as informações transmitidas entre os parceiros durante essas conversas foram mais positivas e de maior relevância, quando comparadas com conversas em que os envolvidos não atingiram o orgasmo.

 

5. Orgasmo alivia a dor de cabeça

Experimente deixar os analgésicos de lado por um dia: orgasmos liberam substâncias como endorfina e seratonina, que agem no sistema nervoso central, aliviando o estresse e diminuindo a sensibilidade à dor.

 

6. As lésbicas saem ganhando

Em um estudo encabeçado por universidades americanas, os pesquisadores entrevistaram cerca de 3000 pessoas, entre homens e mulheres. Quando perguntaram sobre a frequência em que os participantes tinham orgasmos em suas relações sexuais, o resultado era semelhante entre os rapazes héteros e os homossexuais. Já entre as moças, a diferença ficou evidente: as lésbicas sentiam mais prazer e chegavam ao gran finale em 75% das vezes, contra 61% das héteros. A suspeita, segundo os especialistas, recai sobre o conhecimento da parceira sobre o corpo feminino.       

 

7. 50% das mulheres raramente tem orgasmos

O dado é do Brasil, e é alarmante. A questão pode ter raízes na cultura que prega que mulheres não podem possuir desejo sexual. Além disso, muitas vezes elas acreditam que estão fazendo sexo única e exclusivamente para a satisfação masculina

 

8. Há quem sinta prazer em lugares bizarros do corpo

Esqueça a ideia de que somente as genitálias podem proporcionar essa sensação. O sexólogo Alfred Kinsey, responsável por desenvolver a Escala Kinsey, que classifica a orientação dos indivíduos (em que o zero designa alguém totalmente heterossexual e o índice máximo, o seis, alguém que só tem experiências homossexuais), reuniu algumas ocorrências peculiares. Em seus registros, ele relatou o caso de uma mulher que sentia o ápice de seu prazer quando alguém acariciava suas sobrancelhas.

Já um estudo do Hospital Universitário de Kaohsiung, em Taiwan, trouxe o caso de uma mulher de 41 anos que passava por isso toda vez que escovava os dentes. É que a moça sofria de epilepsia, mas suas crises eram desencadeadas por um estímulo específico (a movimentação da escova sobre a dentição), e o resultado era nada mais, nada menos do que um orgasmo.   

 

9. Não sabe por onde começar? Participe da maratona de masturbação

Muita gente ainda enfrenta problemas para obter prazer consigo mesmo, por vergonha ou por não saber bem o que fazer na hora. Pensando nisso, o Center for Sex and Culture, em solo americano, criou o evento, em que um monte de gente se reúne para se masturbar e, claro, chegar aos finalmentes. Os organizadores, que começaram as maratonas em 2000, querem que o debate sobre masturbação deixe de ser um tabu. Com 30 dólares, você participa e ainda beneficia organizações não-governamentais que trabalham com educação sexual.

 

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