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A crise da indústria pornô

Pirataria acaba com o lucro dos filmes eróticos - e empresas pedem socorro ao governo dos EUA

Por Gisela Blanco 19 mar 2011, 22h00 | Atualizado em 31 out 2016, 18h46

Você acha que a internet é um paraíso antro de pornografia? O lugar ideal para quem curte ver aqueles filminhos suspeitos, que ficam escondidos no fundão da locadora? Não é bem assim: na prática, ela está devastando a indústria pornô. Com a pirataria online e os sites onde é possível ver tudo de graça, o faturamento dos filmes eróticos caiu 50% entre 2006 e 2009; e as revistas pornôs estão em crise profunda. Tanto que, nos EUA, as principais empresas do setor se juntaram para pedir que o governo monte um pacote, de US$ 5 bilhões, para socorrer a indústria pornô – como fez com as montadoras de automóveis e o setor financeiro. Como Obama ignorou o pedido, a indústria tenta se adaptar aos novos tempos. Os estúdios pornôs americanos, que chegaram a fazer filmes de altíssimo orçamento (o maior foi Piratas 2, de 2007, que custou o equivalente a R$ 15 milhões – 50% a mais que o blockbuster brasileiro Tropa de Elite), agora estão apostando em vídeos de no máximo 10 minutos, sem enredo e com o mínimo de produção. “Antigamente, as pessoas alugavam um filme pornô e apertavam o forward até chegar à parte que interessava. O que fazemos agora é vender apenas essa parte”, conta Augusto Gaeta, um dos sócios do grupo brasileiro Infinity, que produz cerca de 30 filmes eróticos por mês.

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