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A Interpretação dos Sonhos

Por Da Redação Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO
31 jul 2005, 22h00 • Atualizado em 31 out 2016, 18h53
  • Sigmund Freud

    NOME ORIGINAL_Die Traumdeutung (República Tcheca)
    EDIÇÃO NO BRASIL_ Imago; 2001


    DO QUE TRATA

    Com linguagem acessível, explicações lógicas fáceis de captar e vários relatos interessantes, a obra é um verdadeiro tratado sobre os sonhos como objeto de estudo para a análise psicológica do ser humano. Freud não conta apenas sonhos dos pacientes como também dá exemplos de seus próprios sonhos, abrindo sua privacidade para uma análise. A tese central é a de que sonhos são a realização de desejos não necessariamente aceitáveis em nossa vida. Ou seja, o nosso consciente bloqueia desejos que seriam malvistos por nós mesmos e pela sociedade e os deixa armazenados no inconsciente.Quando dormimos, aqueles desejos aparecem em forma de sonhos, muitas vezes distorcidos. A obra traz os mecanismos básicos das manobras do inconsciente, tratados com detalhamento numa fascinante metodologia criada por Freud.

    QUEM ESCREVEU

    Sigmund Freud (1856-1939) nasceu na hoje República Tcheca batizado Scholomo Sigis-mund, estudou medicina na Universidade de Viena, na Áustria, e é aclamado como o pai da psicanálise. Teve importante contato com o médico Jean Martin Charcot, responsável por criar a cátedra de clínica de doenças nervosas. Casou-se com Martha Bernays, com quem teve 6 filhos. Foi o primeiro a analisar uma criança, que tinha 5 anos.

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    POR QUE MUDOU A HUMANIDADE

    É o primeiro texto responsável pela ruptura da análise do homem só por meio do consciente, já que também leva em conta o inconsciente. Com esse livro, Freud deu o passo decisivo para a criação da psicanálise. A partir dele foram criadas outras linhas dessa ciência, como a de Jacques Lacan. Até hoje não há psicanalista que não leia Freud. Está em A Interpretação dos Sonhos a criação do conceito do inconsciente de forma es-quemática. E, até então, escrever sobre sonhos era uma prática aceita só para artistas e poetas. A ciência só observava o homem em seu estado consciente. Falar em “processo psíquico inconsciente” era uma excentricidade.

     

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