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Diário de uma mãe sincera

Acompanhar os primeiros meses da vida de um filho é uma experiência inigualável, emocionante. Mas está longe de ser um conto de fadas. Veja o que realmente acontece no primeiro ano de vida do bebê

Gisela Blanco

Esqueça a fofura tranquila dos comerciais de fraldas. Na vida real, que você verá relatada aqui nesta reportagem, o primeiro ano de um bebê é uma fase de pouco sono e muito trabalho. Sempre com altas doses de emoção. Um tempo em que o bebê triplica seu peso e pode ganhar mais da metade da altura que tinha ao nascer. Em que aprende a sugar, comer e até as primeiras palavras. Para os pais, hora de aprender o significado de palavras tão esquisitas quanto colostro e icterícia. E a lidar com uma pessoa recém-chegada ao mundo: estar disponível 24 horas, trocar fraldas, identificar choros e entender as polêmicas da criação de filhos. Foi assim que aconteceu comigo. Dos primeiros segundos no hospital aos primeiros passos, confira a seguir o relato de uma mãe sincera.

 

Nasceu!

Quando os médicos o tiraram da minha barriga, parecia um boneco, molinho. Mas foi só cortarem o cordão umbilical e ele abriu um enorme berreiro, mostrando que estava bem vivo. O cordão umbilical se rompe e então vem o choro: os pulmões, antes cheios de líquido amniótico, agora se expandem para receber o oxigênio. O sistema digestivo também se dilata e a pressão arterial do bebê aumenta em 50%. Além da dor, ele chora de medo: pela primeira vez vê a luz e sente frio. Mas quando nos vimos pela primeira vez, o berreiro parou. As enfermeiras colocaram aquele bebê gelado e macio ao meu lado e ele ficou quietinho ouvindo a minha voz. Passaria a eternidade ali olhando para seu rosto azulado (culpa da fraca circulação após o nascimento). Mas ele precisava passar por seu primeiro check-up.

Um neonatologista pesa, mede e verifica o ritmo cardíaco da criança, testa seus reflexos e resistência muscular. Também pinga um colírio de nitrato de prata para evitar conjuntivites e dá uma injeção de vitamina K – saímos de fábrica sem ela, que é essencial para cicatrizar ferimentos. Mais tarde, tem o exame do pezinho, para identificar distúrbios como hipotireodismo, e o da orelhinha – que testa a reação a sons. Um processo de umas duas horas que inclui um bom banho, que o pai dá com a ajuda de uma enfermeira.

Até que enfim me devolvem o bebê. Afinal, chega outra hora crucial para nós dois: a primeira mamada. Os seios da mãe podem demorar de dois a três dias para produzir leite – e foi o meu caso. Mas o bebê já podia mamar o colostro, um líquido incolor carregado de anticorpos. Aqueles primeiros lanchinhos não eram só bons para ele. Quando amamentava, meu cérebro liberava ocitocina, um hormônio que provoca a formação de vínculos afetivos e ajuda a contrair o útero para que volte ao tamanho normal. Ufa.

Tudo corria bem, mas estranhamente eu me sentia cansada e triste. A cada vez que o bebê chorava, queria chorar junto. E qualquer comentário menos carinhoso, como o “nossa, o bebê já nasceu e a sua barriga continua grande!” que ouvi de uma cunhada era prontamente respondido com uma patada. Era o baby blues: um tipo de tristeza temporária pelo qual até 80% das mulheres passam após ganhar um filho (mas que não é a famosa depressão pós-parto). Culpa da bagunça de hormônios que era meu corpo naquela hora. Mas que em algum tempo – e com a ajuda da amamentação – voltaria ao normal.

 

1º mês – Aprendendo a mamar e a não dormir

Não tem jeito: em menos de uma semana você aprende a dormir pouco, a não dormir nada. De repente se pega festejando por ter conseguido cochilar três, quatro horas seguidas. Até hoje eu tenho na minha casa os horários que o meu filho mamou. A pediatra tinha sugerido manter um diário para a gente monitorar as mamadas dele. Quando voltei ao consultório, pensei que levava uma bomba para a médica: numa certa noite, o guri mamou às 19h30, às 22h15, à 1h30, às 3h50 e às 6h da manhã do dia seguinte. E todo o processo de mamar e arrotar demorava quase uma hora. Para meu desespero, a médica olhou a lista e disse, com aquela irritante calma dos médicos: “Ah, normal. Está ótimo, não se preocupe!” Mas por que tem de ser assim?, eu me perguntava. Pelo seguinte: o bebê demora em cada mamada porque, nessa fase, seus músculos ainda são fracos e sugam pouco leite de cada vez. Depois, ainda é preciso arrotar: essa coisa que hoje você tenta evitar em público, nessa fase é capaz de salvar a vida de um bebê. Provocá-lo no colo da mãe evita que o ar que ele engoliu junto com o leite volte quando já está deitado no berço, o que significa risco de asfixia. Além de mamar muito, bebês também fazem muito xixi e cocô: são quase dez fraldas por dia. Um metabolismo acelerado que significa ter de deixar seu restaurante particular aberto 24 horas. Mas tudo bem. Afinal, esse mês o bebê já é capaz de focar o olhar no rosto da mãe. E, para mim, encarar aquele rostinho tornava tudo mais fácil.

2º mês – O bebê sorriu!

Eis a grande novidade do mês: sorrisos! Não é pouca coisa: para quem passa o dia ao lado de um bebê que precisa de cuidados constantes, esse primeiro sinal de empatia é um grande motivo para comemorar. As primeiras boquinhas felizes são reflexivas – acontecem sem que o bebê se dê conta. Mas agora que já tem uma visão melhor e uma capacidade maior de controlar os músculos da face, meu bebê já responde ao meu sorriso e produz também os seus primeiros espontâneos, quando acha algo engraçado mesmo. Agora que estamos mais íntimos, eu também sou capaz de uma façanha: identificar melhor cada um de seus choros – o que no início parecia tão difícil quanto aprender mandarim por correspondência. Bebês produzem sons diferentes para cada motivo – fome, sono, dor e até tédio. Com o tempo, as diferenças vão ficando tão nítidas que médicos da Espanha até conseguiram criar um aplicativo de iPhone que identifica cada um dos choros, o Cry Translator. A essa altura eu não precisava, mas baixei, testei e vi que funciona. O duro é segurar um smartphone ou mesmo se concentrar em qualquer outra coisa enquanto o bebê chora. Aquele som desesperado alcança uma média de 3.500 Hz – a frequência perfeita para deixar qualquer adulto maluco.

3º mês – Com a cabeça no lugar

O bebê está ficando mais independente – e muito mais divertido. Faço qualquer careta e ele dá boas gargalhadas. Ótima notícia para o pai, que não via tanta graça naquele pacotinho que monopolizava os peitos de sua mulher o dia inteiro. Ele também já sustenta o pescoço sozinho, se interessa por objetos e consegue rolar para o lado. E dorme mais tempo seguido: são cerca de seis horas de sono sem intervalos, o que para mim é um milagre. Agora as sessões de amamentação duram menos de 30 minutos – virei fast food. Mas preciso dizer que tenho pena dos homens, pelo menos por uma coisa: eles nunca saberão como é delicioso amamentar. Difícil de descrever: a sensação de um bebê mamando é parecida com o alívio de fazer xixi quando se está muito apertado – não, é diferente, bem melhor e com toda a fofura que não cabe na comparação. Não bastassem todos esses, tenho outro bom motivo para comemorar: a essa altura, já perdi todos os 15 quilos extras que havia acumulado durante a gestação. Isso os homens certamente vão entender.

4º mês – Investindo no banco

Meu restaurante é um negócio lucrativo. Comecei até a investir os rendimentos extras em um banco. Banco de leite. É que meu corpo agora produz tanto que até incomoda. Preciso levantar no meio da madrugada para tirar o excesso do líquido com uma bombinha elétrica, ou meus peitos incham e doem. Então comecei a fazer doações. Todos os dias guardo o excesso em um pote de vidro esterilizado e coloco no freezer. Lá, ele vira uma espécie de sorvete, que uma simpática funcionária de um hospital público vem à minha casa buscar com uma mini-geladeira. São eles também que fornecem os potes de vidro e todo o resto do material esterilizado que preciso para a coleta. Serviço de primeiro mundo, que só um fluido corporal tão valioso merece. Segundo a funcionária do banco, a prioridade do leite costuma ser para bebês prematuros ou em risco de vida, que precisam receber anticorpos. Mas podem ganhar muito mais: uma pesquisa conjunta de Universidades da Inglaterra e Nova Zelândia mostra que o leite materno pode aumentar o QI de alguns bebês em sete pontos, se eles tiverem um gene específico para isso. Mas agora que eu e meu bebê já pegamos o jeito da coisa, gosto tanto de amamentar que o faria até se as pesquisas dissessem que isso o deixa mais burro.

5º mês – Curtindo a vida adoidado (do bebê)

Nesse mês eu já estou me sentindo uma mãe mais profissional, dessas que sabem sempre o que fazer. Mais segura e passados os meses críticos em relação à imunidade do bebê, começamos a sair mais de casa. Vamos a sessões de cinema especiais para mães, visitamos exposições, passeamos em parques e encontramos amigos. É claro que há sempre uma ou outra fralda para trocar em algum lugar inusitado – mas de repente tudo parece muito mais fácil. Quer dizer… nem tudo. É só fazer uma viagem com o bebê que ele volta a acordar quatro, até cinco vezes por noite. Desesperada, começo a ler todos os livros sobre sono do bebê que encontro e procurar dicas de outros pais na internet (se quiser saber as principais dicas, corra para a página 40). O mais famoso método de treinamento, descrito por pediatras espanhóis no livro Nana Neném recomenda até aguentar crises de choro do bebê no início da noite até que ele adormeça – o que pode durar mais de uma hora. Até ensaio segui-lo, mas não aguento nem os primeiros cinco minutos. Apesar do cansaço e das brigas de família que a falta de sono pode provocar, monto um esquema de revezamento com o marido e vamos tentando ensinar o bebê a dormir aos poucos, à nossa maneira. Não funciona muito, e eu passo o dia reclamando do sono. Mas a esperança é a última que dorme.

 

6º mês – Primeira papinha

O bebê está cada vez mais independente e, ao fim desse mês, vai parar de se alimentar só de mim, quer dizer, do meu leite. Ele já tem dois dentes e chega a hora de provar os primeiros alimentos sólidos. Já tinha me acostumado à minha função de restaurante 24 horas e confesso que sinto algo estranho: ciúmes de um mamão. É que foi essa a fruta que escolhemos aqui em casa para dar em sua primeira refeição “de gente grande”. Já meu marido, ao contrário, está empolgadíssimo com a ideia de participar mais da vida do bebê. É ele quem dá a primeira papinha, no início recebida pelo nosso filho com a mesma cara feia que ele faria para qualquer outra coisa que déssemos. Mas logo se acostuma e parece gostar. Os médicos recomendam que a introdução de alimentos seja lenta e gradual: uma fruta durante três dias antes de iniciar a próxima, e só então começar com os alimentos salgados. A estratégia é para ajudar a identificar alergias e evitar que o bebê passe mal. Nesse mês, o pequeno também ganha uma outra importante habilidade: a de sentar-se sozinho. Agora seus músculos já conseguem sustentar o peso do tronco nas costas. Ainda sem os vícios de postura que logo vai ganhar (como os da mamãe), senta-se ereto como um pequeno Buda.

 

7º mês – Bebê, esse ser social

Nunca foi tão fácil fazer amigos. É só entrar com o bebê no elevador que o papo com os estranhos muda da previsão do tempo para “olha como esse menino cresceu!”. Aliás, boa parte dos estranhos agora já são conhecidos: os vizinhos chamam meu filho pelo nome e eu sei onde cada um deles mora e a idade dos filhos. Também é muito fácil fazer amizades em qualquer pracinha, parque ou aeroporto. É só ter o bebê no colo para alguém puxar papo. Quando dois colos com bebês se encontram, então, crescem ainda mais as chances da amizade funcionar – e até durar além da fila do check-in. Meu círculo social ainda cresceria mais: é só acrescentar os amigos que conheci pela internet, a maior pracinha do mundo, abarrotada de mães e pais de todo tipo, cheios de dúvidas e conselhos para dar. A parte chata são as comparações: muitos pais gostam de acompanhar o desenvolvimento de outras crianças para concluir se seu filho está indo bem – “Já engatinha como o João?”, “Come de tudo que nem o Pedrinho?”. O que eu acho uma grande bobagem. Mas confesso que muitas vezes não consigo resistir e faço isso também.

 

8º mês – Ele mastiga!

Os primeiros dentes já haviam começado a nascer por volta do 6O mês, mas agora eles já são vários e o bebê de fato mastiga comida, que nem gente. Ele já consegue comer o mesmo que os adultos, o que me dá liberdade para ir a restaurantes sem me preocupar com papinhas. Por outro lado, se você lembra de quando seu siso nasceu (se é que isso aconteceu), deve imaginar como é irritante essa fase para aquela boquinha. Ele tenta morder para coçar a gengiva e aliviar a dor. Aprendi um truque divertido: colocar maçãs, bananas e outras frutas na geladeira para o bebê morder – o que também pode fazer uma baita meleca. Momentos como esse podem render cenas engraçadas. Por isso todas as câmeras da casa ficam a postos para gravar caretas e gargalhadas. Sei que o mundo já tem um excesso de vídeos de bebês fazendo coisas engraçadinhas, mas pelo que passei até aqui, desconfio que terei muitas saudades do meu filho desse tamanho.

9º mês – Aprendendo a engatinhar

Nessa fase, a maioria dos bebês já está pronta para sair se movimentando por aí engatinhando. Alguns o fazem até antes. Outros, nem chegam a engatinhar. Desconfio que seja o caso do meu: ele se levanta facilmente segurando nos móveis da casa, mas quando tenta engatinhar não tem muito sucesso. Nada preocupante: cada bebê se desenvolve em seu próprio ritmo. Ele agora se parece mais do que nunca com um clássico bebê de comercial: já tem alguma autonomia, mas ainda com aquele corpinho de bebê, cheio de dobrinhas. Já pesa nove quilos: quase três vezes o que tinha ao nascer. Como já come de tudo e agora só mama cerca de três vezes por dia, eu também ganhei mais autonomia. Mas não é fácil deixá-lo com outra pessoa: nessa época o bebê começa a perceber que ele e a mãe são seres diferentes e, por medo de ser abandonado, abre um berreiro quando eu me afasto até para ir ao banheiro. É a chamada ansiedade da separação. Como o rapazinho ainda não tem muita noção de tempo, para ele aqueles segundos que eu passei no banheiro podem parecer mesmo uma eternidade.

 

10º mês – Impulso tecnológico

Depois de algum tempo de treino, encontrei um bom método para tentar fazer o bebê engatinhar: meu smartphone dando sopa, para que ele tentasse alcançar. Nessa fase, bebês raramente têm a coordenação motora afinada o bastante para navegar pela tela, mas as cores do monitor cheio de ícones coloridos já é prato cheio para eles. Funcionou! E agora ele se arrasta pela casa inteira. Passo meus dias correndo atrás dele e tirando objetos perigosos da frente – tanto que eu quase me arrependo de tê-lo incentivado a se movimentar. O jeito é deixar a casa à prova de bebês: quinas de mesas ganham proteção de borracha e objetos que não podem ser levados à boca vão para o alto. Todos os livros e revistas também ganham um novo abrigo. Apesar de todas as brincadeiras que já podemos fazer juntos, se tem algo que o meu bebê adora, é rasgar papel. E basta uma rápida procura no YouTube para ver que essa divertidíssima brincadeira é preferência mundial desses projetos de gente.

 

11º mês – Andou!

Mas… já? Não passou nem um mês engatinhando e já resolveu se levantar e sair correndo. Um susto! Ainda faltava um mês para seu aniversário, e eu não sabia que bebês tão pequenos já podiam andar. Fui consultar o Dr. Google e descobri que era perfeitamente normal. Precoce mesmo era o bebê de uma notícia que li por lá: em 2007, Reuben Robinson, do Reino Unido, começou a andar com apenas seis meses. Coitados dos pais: com os primeiros passos, vêm também muitos tombos. Para mim, seria um mês de grandes emoções, que incluíram vê-lo pular do berço, escalar todos os móveis e arrastar banquinhos para então subir neles e alcançar novas partes da casa. E de muito condicionamento físico para correr atrás dele o dia todo. Apesar do cansaço, tenho a impressão de que chegamos ao auge da fofura, cheio de cenas divertidas. Por falar nisso, agora começo também a entender aqueles pais corujas que ficam falando para as pessoas “olha o que o meu filho já sabe fazer!”. É mesmo surpreendente ver que já anda por aí aquele ser que há poucos meses – ou páginas atrás – não era capaz de sustentar a própria cabeça ou sorrir. Aproxima-se o primeiro aniversário. É o fim de uma saga (e o início de tantas outras), que acaba com uma ótima sensação: missão cumprida! Sobrevivemos.

 

Um início doloroso

No primeiro dia em casa, má notícia: havia pedras nos meus peitos. A cada vez que o bebê vinha para mamar, meus mamilos desacostumados doíam e sangravam ¿ e eu urrava de dor. É um momento de tensão que faz muitas mães recorrerem à mamadeira. Perguntei para minha mãe como resolver. Nada. Perguntei para minha sogra: pior ainda. (Aliás, eis aí outro mito: as avós dizem que sabem, mas como criaram bebês décadas atrás, não se lembram de tanta coisa). Quem me salvou foi uma vizinha que tinha uma bebê pequena. Bastou fazer compressas de água quente e pronto, as pedras viraram leite. Isso também ajudou a fazer o bebê mamar e dormir mais. Resultado: tratei o problema e ganhei uma amiga do peito. Com o tempo, amamentar foi ficando mais fácil e indolor.

De hoje em diante

No segundo ano de vida, o bebê vai enfrentar outras transformações importantes: aprende a falar, conquista memória de longo prazo e começa a conectar nomes a pessoas, objetos e lugares. Ganha a autonomia motora que já permite comer sozinho e fazer tarefas como até vestir a própria roupa. Pode ser que ao fim desse ano ele também comece a dispensar as fraldas – para alegria dos pais que nos últimos anos trocaram mais de 3 mil delas! No terceiro ano, o céu é o limite: já poderá conversar e até prestar atenção em algo por um bom tempo, como em um filme longa-metragem. Começa também a fase de socialização e ele vai começar a brincar de verdade com outras crianças ¿ até então o comum era que interagissem apenas na hora de disputar algum brinquedo.

 

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Para rir e se emocionar

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Para saber mais

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