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Black das Blacks: Super com preço absurdo

4 romances clássicos que você deveria comprar na Black Friday

Não sabe o que ler ou dar de presente neste fim de ano? Veja recomendações da redação da Super e aproveite para economizar.

Por Bruno Carbinatto
27 nov 2025, 19h00

Está em dúvida de quais livros comprar na Black Friday? Veja recomendações selecionadas pela equipe da Super:

O Corcunda de Notre-Dame, de Victor Hugo

A obra mais famosa do francês Victor Hugo é Os Miseráveis – um romance de mais de 1.500 páginas que deu origem ao musical da Broadway e a um filme indicado ao Oscar. Nossa recomendação, no entanto, é de seu segundo livro mais famoso: Notre-Dame de Paris, traduzido no Brasil como O Corcunda de Notre-Dame. O romance se passa em Paris do ano 1482 e acompanha a trajetória do clérigo Frollo, da cigana Esmeralda, do capitão Phoebus e outros personagens. 

Apesar do título em português, a trama não foca em Quasímodo, o sineiro corcunda que mora dentro da catedral. Segundo o próprio autor, o livro aborda a opressão da religião sobre o homem, fazendo com que Notre-Dame seja a verdadeira protagonista. Isso fica claro nas extensas descrições da arquitetura da igreja e da Paris do início da Idade Moderna. 

Uma curiosidade é que a popularidade da obra de Hugo acabou salvando Notre-Dame no século 19, quando a catedral estava em um estado deplorável e possivelmente seria demolida.

Recomendação de Maria Clara Rossini, repórter

O Corcunda de Notre-Dame

Imagem do livro O corcunda de Notre Dame: edição comentada e ilustrada.

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Cem Anos de Solidão, de Gabriel García Márquez 

O clássico do colombiano García Márquez, vencedor do Prêmio Nobel de Literatura de 1982, é uma das obras mais traduzidas do mundo. O romance se tornou um expoente do “realismo fantástico”, o gênero latino-americano que brinca com os limites entre a imaginação e a realidade, e virou até uma série da Netflix em 2025. 

Ao longo de um século, o narrador acompanha a vida e morte de patriarcas da família Buendía, a ascensão e queda de generais em meio a uma guerra civil e os meandros de muitas histórias de amor no vilarejo fictício de Macondo, fortemente inspirado pela história da Colômbia.

A história é conhecida pelos seus personagens com nomes parecidos, e é inevitável confundir-se entre tantos Aurelianos e Arcadios. Por isso, recomendamos a edição abaixo, que vem com uma árvore genealógica ilustrada. Na dúvida, consulte o nosso texto explicando a genealogia de Cem Anos de Solidão.

Recomendação de Bela Lobato, repórter

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Cem Anos de Solidão

Imagem do livro Cem anos de solidão.

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Flores para Algernon, de Daniel Keyes

Publicado pela primeira vez como um conto em 1959, esta obra americana é considerada um clássico da ficção científica, misturando também elementos de romance e drama. 

Na trama, Charlie Gordon é um homem com deficiência intelectual que é recrutado como cobaia em um experimento científico que promete aumentar a sua inteligência com uma cirurgia.

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Para verificar o progresso deste tratamento, o protagonista escreve um diário – inicialmente, repleto de erros ortográficos e frases simples, com um vocabulário que explicita a mentalidade infantil e ingênua do homem. À medida que o livro avança, notamos o progresso de Charlie em sua própria escrita, e acompanhamos como sua mudança de percepção revela um mundo que pode ser cruel.

Sensível, o livro aborda temas como o capacitismo, a dignidade humana, a empatia e o verdadeiro significado da inteligência. Prepare-se para derramar lágrimas.

Recomendação de Bruno Carbinatto, repórter

Flores para Algernon

Imagem do livro Flores Para Algernon.

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O Grande Gatsby, de F. Scott Fitzgerald

A explosão do jazz. A consolidação dos estúdios (e dos astros) de Hollywood. E os bares clandestinos criados após a Lei Seca. Esse é o pano de fundo dos loucos anos 1920, e talvez o melhor retrato dessa época seja O Grande Gatsby, a obra mais famosa de F. Scott Fitzgerald, o grande narrador do lifestyle de ricos e inconsequentes.

Os “loucos anos 20” (chamados de roaring twenties em inglês) foram um período de efervescência econômica e cultural dos EUA pós-Primeira Guerra. Foi uma década marcada pela prosperidade no país e pela modernização dos costumes à velocidade da luz. 

O livro é narrado por Nick Carraway, veterano da Primeira Guerra que aluga uma casa em Long Island, nos arredores de Nova York. Ele logo fica fascinado pelo vizinho Jay Gatsby, um misterioso e excêntrico milionário famoso, e por suas festas. Gatsby tem tudo – menos a mulher por quem ele sempre foi apaixonado: Daisy, prima de Nick. Uma ótima obra, e que rendeu boas adaptações para o cinema (a mais recente, de 2013, é estrelada por Leonardo DiCaprio).

Recomendação de Rafael Battaglia, editor-chefe

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