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Hostess: Profissão_perigo

Megera ou fofa? A mais glamorosa ou a coitada que atura frio e cantadas? Adriana Recchi e Helô Ricci abrem o jogo

Por Redação Superinteressante Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 30 set 2003, 22h00 • Atualizado em 31 out 2016, 18h53
  • Bruna Monteiro de Barros

    Hostess, “anfitriã” em inglês, é aquela figura superproduzida que recebe os clientes na porta da festa. Se a pessoa tiver tato, pode até descolar um VIP – o passe que te libera de pagar para entrar. Mas, se abordar errado… ela pode ser megera: não deixa entrar, e pronto. Adriana Recchi e Helô Ricci são duas hostesses conhecidas da noite paulistana. Estão na profissão há cerca de dez anos. Helô, 29, começou no Massivo e passou por casas como Tcha, Tcha, Tcha, BASE e Lov.e. Hoje está no Ultralounge. Já Adriana, 30, começou na Twiggi, foi hostess do Hell’s, passou por Florestta, BASE, U-Turn e Lov.e. E hoje é vista na entrada do D-Edge.

    Volume01 – Quais são seus superpoderes?

    Helô – A gente pode barrar as pessoas. Falar “não vai entrar”. É antipático, mas é real.

    Adriana – Se a pessoa já está arrumando encrenca na porta, não é bem-vinda. Ou se é uma festa que tenha um “dress code” (traje obrigatório), e a pessoa não está de acordo.

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    V01 – Qual o maior mico que vocês já presenciaram?

    Helô – Acho um mico quando a pessoa quer falar nome e sobrenome, mostrar RG, dizer que é filho de alguém.

    Adriana – E tem aquelas pessoas que entram, gastam e tentam dar um truque na comanda. Uma coisa engraçada são os gatinhos que chegam com a namorada, aí levam a menina embora, voltam e pegam outra. Isso eu acho uma atitude mico.

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    V01 – Qual é o pior jeito de chegar em você?

    Adriana e Helô – Encostando!

    Adriana – Ou o famoso “sabe com quem está falando?”.

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    V01 – E o melhor?

    Adriana – Falando o que quer. Chega e fala: “Olha, eu não tenho convite, queria entrar, vê o que você pode fazer”.

    V01 – Qual foi a maior roubada na porta de um clube?

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    Adriana – Roubada mesmo, só cliente que dá trabalho, que já chega bêbado. Aí você não pode deixar a pessoa entrar, mesmo tendo convite e dinheiro.

    Helô – Já cuspiram na minha cara. Uma louca no BASE, que fazia sexo explícito. Descobriram e decidiram que ela não iria mais entrar. Falei que ela tinha que voltar lá durante o dia, pra falar com a gerência. Ela encheu a boca e cuspiu no meu rosto.

    V01 – Qual a balada que deu vontade de largar a porta e correr pra casa?

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    Helô – Festa de Fórmula 1, por exemplo. É um mico. Só vai homem, e todos olham pra você com aquela cara de “É essa que eu vou pegar hoje”. Não dá.

     

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