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Ossos do ofício

Em O Ofício de Escrever (Angra), Ramón Nieto fornece pilhas de curiosidades sobre os grandes gênios da literatura.

Por Da Redação Atualizado em 31 out 2016, 18h49 - Publicado em 1 set 2001, 01h00

Alexandre Praça

Os grandes escritores sempre procuraram comportar-se como pessoas normais. No entanto, a maioria jamais conseguiu disfarçar certas excentricidades. Em O Ofício de Escrever (Angra), Ramón Nieto fornece pilhas de curiosidades sobre os grandes gênios da literatura. Entre as pérolas está a revelação de que Balzac adorava fantasiar-se de monge e Walter Scott ficava excitadíssimo diante de uma folha em branco. O pesquisador espanhol comete, porém, uma certa injustiça: entre os mais de 40 autores ali descritos não há um único brasileiro.

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