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Cigarro

O hábito de fumar era um caminho para falar com Deus

Por 31 Maio 1991, 22h00 | Atualizado em 31 out 2016, 18h22

Milênios antes de ser bombardeado por campanhas antitabagistas, o ato de fumar era uma das formas mais sagradas de o homem se comunicar com seus deuses. Não se tem certeza exatamente de quando (entre 8 mil e 2 mil anos atrás) e como (mascando, cheirando, fumando) surgiu o hábito de consumir folhas de tabaco, mas é certo que nasceu com a mágica dos xamãs e com os rituais das tribos indígenas andinas e norte-americanas. Além de compartilharem o chamado cachimbo da paz como uma sociabilização, esses povos acreditavam que a fumaça levava as preces até o céu.

Após a descoberta da América, o uso da planta se espalhou pelo mundo e rapidamente se tornou popular. Da década de 1940 até os anos 70, fumar era considerado glamouroso, principalmente graças ao cinema. Até hoje astros como James Dean e Humphrey Bogart (que, aliás, morreu de câncer no pulmão) são lembrados com seus inseparáveis cigarros nas mãos.

Mas o ataque à indústria do tabaco começou nos anos 80, com a geração saúde e após denúncias de casos de câncer provocados pelo vício. Em países como os EUA, sede dos maiores fabricantes de cigarros do planeta, leis baniram esse produto em bares, restaurantes e locais públicos. Mais do que uma questão social, fumar é hoje considerado um problema de saúde pública, já que provoca uma série de doenças que matam os viciados e custam fortunas aos cofres nacionais.

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