Difícil saber quando ocorreu a primeira guerra, esta que aponta o que há de mais destrutivo no ser humano e o acompanha desde o início da civilização. Homens já se digladiavam quando viviam nas cavernas, com tribos apossando-se do espaço de outras ou disputando uma presa. A guerra mais “organizada” vingou a partir das primeiras cidades-estado da Mesopotâmia, que possuíam exércitos permanentes. Mais tarde, as milícias que compunham o exército do Império Romano eram extremamente hierarquizadas e possuíam avançadas técnicas de batalha. Os motivos que desencadearam as guerras na história são diversos, de religião (como as Cruzadas) a disputas econômicas, do expansionismo político (como as campanhas de Napoleão, no século 19) a ofensivas para supostas restaurações políticas (a invasão norte-americana ao Iraque).
A barbárie da guerra, ironicamente, não só incorporou como alimentou avanços tecnológicos. O século 20 assistiu (com 2 guerras mundiais, em 1914-18 e em 1939-45, nações desenvolvidas versus países materialmente pobres, reviravoltas políticas etc.) às mais eficazes formas de extermínio, das bombas inteligentes à bomba nuclear, experimentada pela primeira vez em Hiroshima, no Japão, em 1945. A energia nuclear foi um passo tanto para o arsenal fabricado na Guerra Fria como para desenvolver outras fontes de energia, além de terapias medicinais. Duas faces de uma mesma moeda cunhada pelo homem criador e destruidor.
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