Em todas as culturas do planeta, é possível encontrar rituais mágicos e superstições que ajudam a explicar o que o homem não consegue responder por seus próprios meios. Primeiro os feitiços existiam para nos proteger dos perigos da natureza. Serviam ainda para dar uma “forcinha” à caça e à colheita e eram também uma forma de aproximar os homens de seus deuses.
Com o desenvolvimento das religiões monoteístas, que acreditam em um só deus, como o judaísmo e o cristianismo, os rituais de magia e seus seguidores começaram a ser perseguidos, acusados de bruxaria. A formação de Estados laicos colocou um fim a esse tipo de perseguição, mas muitos rituais e costumes esotéricos perderam-se no tempo por causa disso. O crescimento da ciência, que tudo procura explicar, contribuiu também para que a magia passasse a ser vista com preconceito, como coisa de doido ou de ignorantes.
Países africanos e asiáticos até hoje conservam costumes mágicos estreitamente ligados ao dia-adia da população no geral. Visitar um guru ou mago, por exemplo, é uma prática muito comum em países como China e Tailândia, onde até os governantes usam os serviços de adivinhadores em seu trabalho. No Brasil, a infl uência dos escravos africanos ajudou a formar religiões como o candomblé, cheias de magias e belos rituais.
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