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10 álbuns feitos sob efeito de drogas

Maconha, cocaína, LSD, heroína e até crack... esse pessoal adorava ficar bem louco na hora de criar

Por Redação Superinteressante 1 jun 2017, 17h27 • Atualizado em 22 fev 2024, 10h13
  • 1) Titãs – Cabeça Dinossauro (1986)

    Titãs – Cabeça Dinossauro
    (Divulgação/reprodução/Divulgação)

    “Usávamos pó e maconha como as pessoas tomam cerveja”, recordou o guitarrista Tony Bellotto em entrevista. A heroína foi algo passageiro, mas que causou a prisão (injusta) do vocalista Arnaldo Antunes. Tudo isso ajudou a formar o espírito combativo do álbum.

    2) Korn – Korn (1994)

    Korn – Korn
    (Divulgação/reprodução/Divulgação)

    Enquanto os outros integrantes bebiam como se não houvesse amanhã, o vocalista Jonathan Davis era viciado em metanfetamina. A música “Ball Tongue” era sobre um amigo que, ao ficar sob os efeitos da droga, enrolava a língua como uma bola

    3) The Rolling Stones – Exile On Main St. (1972)

    The Rolling Stones – Exile On Main St.
    (Divulgação/reprodução/Divulgação)

    Enfurnados numa mansão na França, os Rolling Stones conseguiram parir talvez seu maior álbum em meio a uma rotina maluca: enquanto gravavam completamente chapados, as groupies e os traficantes festejavam na casa dia e noite

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    4) Happy Mondays – …Yes Please! (1992)

    Happy Mondays – …Yes Please
    (Divulgação/reprodução/Divulgação)

    Tentando curar o vício do vocalista Shaun Ryder em heroína, o empresário mandou a banda para gravar na ilha de Barbados, livre da droga. Lá, porém, eles descobriram o crack. As gravações foram desastrosas e, depois que voltou à Inglaterra, Ryder manteve as fitas como “reféns” até a gravadora lhe dar mais dinheiro para comprar drogas

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    5) Klaxons – Surfing The Void (2010)

    Klaxons – Surfing The Void
    (Divulgação/reprodução/Divulgação)

    Boa parte das letras foi concebida sob o efeito do chá alucinógeno Ayahuasca. O vocalista Jaime Reynolds disse até ter enxergado a Visão de Ezekiel, uma passagem do Antigo Testamento: “havia uma bola brilhante no topo da escada, rodeada por bestas aladas. Fiquei entusiasmado”, descreveu ele

    6) The Libertines – The Libertines (2004)

    The Libertines – The Libertines
    (Divulgação/reprodução/Divulgação)
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    O guitarrista Pete Doherty nunca escondeu seus hábitos. Viciado em heroína e crack, ele criou tensões que fizeram a banda acabar e voltar várias vezes. “Muita gente me dava ultimatos – eu ou as drogas – e eu não entendia, achava que estava só me divertindo”, disse o músico, hoje na reabilitação

    7) David Bowie – Station To Station (1976)

    David Bowie – Station to Station
    (Divulgação/reprodução/Divulgação)

    Magro e paranoico, Bowie vivia numa dieta à base de leite, pimenta e cocaína. Entre suas muitas pirações, ele acreditava que havia bruxas espreitando sua casa para roubar seu sêmen, gerar um bebê e oferecê-lo ao diabo

    8) The Doors – The Doors (1967)

    The Doors – The Doors (1967)
    (Divulgação/reprodução/Divulgação)

    Algumas semanas após lançar esse disco, os Doors foram a um programa de TV tocar “Light My Fire”. A produção queria que trocassem a palavra “higher” (“mais alto”, alusão ao efeito das drogas) por outra coisa. A banda fingiu que topou, mas, na hora, cantou a música do jeito certo, enquanto o produtor, na sala de controle, bloqueava os botões para que o sinal não fosse cortado

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    9) The Beatles – Revolver (1966)

    The Beatles – Revolver
    (Divulgação/Divulgação)

    Bob Dylan já havia apresentado a maconha aos Beatles, mas foi durante uma festa que as bebidas de John Lennon e George Harrison foram secretamente “batizadas” com LSD pelo anfitrião. Foi um caminho sem volta: as músicas de amor bonitinhas foram dando lugar a sons psicodélicos e letras questionadoras

    10) Snoop Doggy Dog – Doggystyle (1993)

    Snoop Doggy Dog – Doggystyle
    (Divulgação/reprodução/Divulgação)

    No começo dos anos 1990, a versão mais forte da maconha era chamada de “chronic”. Em Doggystyle, Snoopy declara: “eu prometo que vou fumar chronic até o dia em que eu morrer”

    FONTES Livros Season of the Witch: How the Occult Saved Rock and Roll, de Peter Bebergal; Life, de Keith Richards, e Out of Our Heads: Rock ‘n’ Roll Before the Drugs Wore Off, de George Case; sites Metal Injection, NME, Reality Sandwich e The Independent

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