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Como funciona a granada?

Por Redação Mundo Estranho Atualizado em 4 jul 2018, 20h22 - Publicado em 18 abr 2011, 18h59

Depende do modelo. A mais conhecida, utilizada em operações militares, é a granada de fragmentação. Sua estrutura básica consiste de um pino de segurança, que é retirado para que a alavanca de armar possa ser ativada, lançando o dispositivo de detonação contra a espoleta. Essa última peça, por sua vez, causa a explosão da substância que preenche o armamento – TNT, por exemplo. O aumento súbito de pressão faz com que a carapaça de metal se estilhace, atingindo o que estiver ao redor. Os modelos utilizados para atravessar a couraça de carros de combate possuem formato pontiagudo para facilitar a perfuração da blindagem. Há também as granadas incendiárias, cujo material interno, após a explosão, pega fogo e se espalha pelo local de ataque. Além dos modelos utilizados em situações de guerra, existem granadas que funcionam como sinalizadores – no lugar de explosivos, elas contêm substâncias que soltam fumaça colorida com o calor provocado pela detonação.

Destruição instantânea
Após a retirada do pino de segurança, a granada explode em cinco segundos

1. Após a retirada do pino de segurança, a alavanca de armar pode ser ativada

2. Com a liberação da alavanca, o dispositivo de detonação causa a explosão

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