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Como funcionam os captadores de uma guitarra?

Os captadores são pequenos eletroímãs. Quem já tentou tocar com uma moeda em vez de usar uma palheta sabe bem disso, pois deve ter sentido a atração gerada. Eles captam as variações do campo magnético das cordas. E desde quando corda tem campo magnético? Vamos devagar: as partes do captador que ficam embaixo das cordas […]

Por Redação Mundo Estranho Atualizado em 4 jul 2018, 20h21 - Publicado em 18 abr 2011, 18h52

Os captadores são pequenos eletroímãs. Quem já tentou tocar com uma moeda em vez de usar uma palheta sabe bem disso, pois deve ter sentido a atração gerada. Eles captam as variações do campo magnético das cordas. E desde quando corda tem campo magnético? Vamos devagar: as partes do captador que ficam embaixo das cordas são ímãs comuns, que nem os de geladeira. As cordas são de aço, certo? E o que acontece quando você coloca metal perto de um ímã? Ele fica magnetizado – vira outro ímã. As cordas geram, então, seu próprio campo magnético, que vibra quando você as toca. Em volta do centro do captador há um grande fio de metal enrolado 7 mil vezes, como uma mola bem apertada.

Quando um ímã se movimenta perto dessa mola, cria-se nela uma corrente elétrica. Ao tocar, então, você está movendo ímãs (as cordas) e, por conseqüência, gerando uma corrente na mola do captador. E essa corrente vai, pelo fio da guitarra, até o amplificador. Se você faz uma nota, cada uma das cordas vibra de um jeito, com freqüências diferentes. A corrente elétrica da mola, por sua vez, vai oscilar exatamente nessas freqüências. Lá no amplificador, essa eletricidade faz os alto-falantes vibrarem na mesma toada. E esse mundo complexo das oscilações eletromagnéticas é traduzido no mais clássico som do rock’n’roll.

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