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É verdade que Paranapiacaba (SP) é mal assombrada?

Segundo relatos de visitantes e vários moradores, sim. Veja seis histórias arrepiantes!

Por Diogo Antonio Rodriguez Atualizado em 17 jul 2018, 18h20 - Publicado em 23 set 2015, 15h49
Ed Anderson/Mundo Estranho

Esse atual distrito de Santo André, próximo à Serra do Mar, surgiu no fim do século 19 como uma pequena vila para os trabalhadores do sistema ferroviário paulista, que levava o café produzido no interior do estado até o porto de Santos. No início do ano 2000, sua tradicional arquitetura com influência inglesa foi restaurada e o aumento do fluxo de turistas ajudou a espalhar algumas histórias misteriosas que os locais gostam de contar.

As melhores histórias sobrenaturais do vilarejo

Fantasma antiecológico
Uma das explicações para a área do Poço das Moças é que três jovens teriam morrido afogadas na cachoeira que há ali. Seus espíritos permaneceram no local, onde vagam eternamente, dando sustos em quem ousa passar a noite na mata fechada. Campistas dizem ouvir barulhos na madrugada, como se machados cortassem árvores. Mas, de manhã, nunca veem nenhum tronco tombado

Próxima parada: além
Lá, trem-fantasma não é atração de parque de diversões – é fenômeno sobrenatural mesmo. Moradores dizem que, à noite, dá para ouvir um som e sentir um “deslocamento de ar” saindo do 13º túnel, causados pela “alma” de um trem cuja caldeira explodiu. Entre a quarta e a quinta plataforma, tem gente que ouve os gemidos dos funcionários que morreram durante a construção da ferrovia

O castelo do engenheiro
Para poder supervisionar todo o parque ferroviário, o engenheiro-chefe Daniel Fox morava com sua mulher, filha e genro num casarão construído num ponto privilegiado da vila. Por isso, o local ganhou o apelido de Castelinho e, claro, fama de assombrado. Hoje, virou museu, mas continuam surgindo relatos de sons estranhos em um dos quartos. As pessoas que já viram o vulto dizem que ele se parece com um dos quadros na parede… exatamente o que mostra Fox ao lado da esposa

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Dançando no escuro
Se os vivos gostam de se divertir, os mortos também. Deve ser por isso que há a história de um fantasma bailarino (ou bailarina), especialista em dançar no palco no Clube Lira Serrano (à noite, claro!). Funcionários relatam ouvir passos animados no palco de madeira do local. Até um homem alto de chapéu já foi visto, talvez mais um convidado dessa festa do além. No ano passado, o clube foi o ponto de partida da turnê macabra Cidade do Terror, organizada para atrair turistas ao vilarejo

Ô de casa!
Os trens estacionados eram um ímã para ladrões e malandros. Por isso, um guarda noturno rondava os quarteirões onde moravam os trabalhadores ferroviários. Para checar se alguém estava bem, batia três vezes na porta. Se o morador respondesse com outras três batidas, ele seguia em frente. O vigia já morreu há décadas… então por que ainda há batidas no meio da noite?

Filma aqui, Zé!
A presença de espíritos não fica restrita a pontos históricos ou turísticos. Eles também assolam algumas casas, das mais variadas maneiras. Vultos passando pelos cômodos, fechando portas, causando barulhos. O programa Balanço Geral (Record) até fez uma reportagem sobre um quadro sinistro que se movia sozinho. A Liga (Band) também esteve lá, com uma equipe paranormal

FONTES Sites sobrenatural.org, Band, R7, Diário do Grande ABC e Boca do Inferno

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