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Donos de cachorros vivem mais

Ter um cãozinho para chamar de seu implica em um risco de morte até 33% menor. Foi o que mostrou uma pesquisa sueca

Por Guilherme Eler
Atualizado em 11 mar 2024, 16h55 - Publicado em 27 nov 2017, 19h11

A simples presença de um melhor amigo canino melhora a saúde. E a ciência já provou isso em diversas oportunidades: além de terem o corpo até dez anos mais jovem, menores níveis de estresse e menos chances de ficarem resfriados, donos de cachorro costumam ter menor pressão arterial – fator-chave para o surgimento de problemas cardíacos. Acredita-se que explicação para tudo isso esteja em uma vida ativa: ter o compromisso de levar o peludo para uma volta regular pela vizinhança justifica o fato de donos de pet se exercitarem mais e serem, também, menos deprimidos.

Uma vez que o bem-estar interfere diretamente na longevidade, não seria absurdo se os pais e mães de pet vivessem mais tempo. Foi exatamente o que descobriu um grupo de pesquisadores da Universidade de Uppsala, na Suécia: ter um cãozinho implicou em uma chance de morrer 33% menor.

O estudo durou 12 anos e considerou bases de dados de 3,4 milhões de suecos. Todos os participantes tinham entre 40 e 80 anos, e a média de idade ficava na casa dos 57. Entre as informações analisadas, constavam seu histórico médico, estado civil e se conviviam ou não com um cachorro. Os donos dos bichos, além de morrerem menos de causas naturais, também tinham 11% menos chance de falecer por causa de problemas no coração. De acordo com Mwenya Mubanga, um dos autores do estudo, o efeito apareceu sobretudo para quem não tinha uma companhia humana para chamar de sua.

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“Ter um cachorro foi um diferencial especialmente para quem vive sozinho. Segundo estudos anteriores, solitários têm maior risco natural de problemas cardiovasculares e morte”, explicou, em entrevista à Bloomberg. “Ao que parece, os cães são verdadeiros membros da família para os solteiros”.

O estudo foi publicado no jornal Scientific Reports.

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