Entre cravos e espinhas
Carlos Chernij
Felizes mesmo são os 20% dos jovens que não têm problemas com espinhas. Mas, se você está entre os outros 80%, alegre-se: cientistas alemães da Universidade de Georg-August mapearam os 2 333 genes da bactéria Propionibacterium acnes, um dos principais responsáveis pelas bolotas de pus.
Segundo o pesquisador Gerhard Gottschalk, conhecendo o genoma da bactéria será possível criar remédios que consigam frear sua reprodução, reduzindo o problema. “Descobrimos também um grupo de enzimas dedicadas à degradação da nossa pele. Acredito que em três anos teremos medicamentos disponíveis contra isso”, diz ele.
Mas não pense que isso será o fim de todos os problemas. A P. acnes tem culpa no cartório, mas parte do problema continua em nós mesmos. Com a chegada à adolescência, os hormônios fazem a produção de gordura aumentar, entupindo as saídas das glândulas sebáceas e formando aqueles pontinhos na pele. Esse acúmulo de gordura é um banquete para a bactéria, que, após a refeição, libera as substâncias que causam a acne.
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