Feijão e pó-de-arroz
No livro, ela prova que o mundo dos restaurantes é feito de bajulação e tratamento desigual a críticos e a clientes comuns.
Marcos Nogueira
Alho e Safiras
Ruth Reichl, Objetiva, 360 páginas, R$ 46,90
O retrato de Ruth Reichl estava pendurado nas cozinhas dos melhores restaurantes de Nova York. Mas a crítica gastronômica do The New York Times usou táticas de espionagem para driblar a bajulação: munida de peruca, roupas estranhas e uma pesada maquiagem, ela era tratada como uma freguesa qualquer em jantares memoráveis – para o bem ou para o mal. No livro, ela prova que o mundo dos restaurantes é feito de bajulação e tratamento desigual a críticos e a clientes comuns.
Frase: “Um dos requisitos básicos para um crítico de gastronomia é a habilidade de ser anônimo.”
Para quem: já comeu antes de começar a leitura.
Pela 1ª vez, Nasa evacua Estação Espacial Internacional por questões de saúde
Um aglomerado de galáxias do começo do universo pode virar nossos modelos cosmológicos do avesso
Em caso raro, gêmeos gorilas-das-montanhas nascem em parque africano
A internet da Amazon
Como funciona o jogo do bicho?







