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Como funciona o tênis de cadeira de rodas

A modalidade é muito semelhante ao tênis olímpico, mas neste a bola pode quicar duas vezes antes de ser lançada para o rival

Por Pâmela Carbonari Atualizado em 4 nov 2016, 19h18 - Publicado em 9 set 2016, 21h00

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Há 24 anos nas Paralimpíadas, o tênis de cadeira de rodas é praticado por tenistas com dificuldades de locomoção em duas ou mais partes do corpo. Nesta edição, 100 paratletas de 29 países vão competir em seis provas: os torneios serão femininos, masculinos, mistos – individuais e em dupla. A modalidade tem muitas semelhantes com o tênis disputado nas Olimpíadas, tanto que a raquete e a bola são as mesmas da categoria convencional. A principal diferença é que o atleta pode deixar a bola quicar até duas vezes antes de mandá-la para o lado adversário. As cadeiras têm rodas adaptadas para que os tenistas tenham mais mobilidade e equilíbrio.

A modalidade é dividida em duas classes: Open ou Aberta e Quad ou Tetra. Na Open, competem os atletas diagnosticados com deficiência permanente nos membros inferiores e movimentação normal nos braços. Já na Quad, os tenistas têm deficiências em três ou mais extremidades do corpo, ou seja, movimentos das pernas e braços limitados e dificuldades para segurar a raquete.

A holandesa Esther Vergeer é o maior ícone de tênis sobre cadeira de rodas do mundo – ela não perde uma partida desde 2003. Esther jogou 470 partidas, ao longo de 10 anos, sem ser derrotada e ganhou o Oscar esportivo, o prêmio Laureus, em duas das cinco vezes em que foi indicada.

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