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Olhos eletrônicos à prova de fraude

Dinheiro falso não entra. As máquinas de auto-serviço usam mecanismos sofisticados para testar cédulas e moedas.

Por 31 jul 1998, 22h00 | Atualizado em 31 out 2016, 18h35
  • Como as máquinas de auto-serviço reconhecem o valor de notas e moedas?

    Não adianta tentar enganar com uma chapinha de metal. As máquinas estão programadas para procurar tantas informações no dinheiro que é pouco provável que alguma falcatrua funcione. “Os fabricantes vão à Casa da Moeda e discutem as características de cada cédula e moeda para criar os mecanismos de reconhecimento”, diz o engenheiro Celso Gitelman, da Autovending Brasil, distribuidora de máquinas de auto-serviço no país. As notas passam por lâmpadas que emitem luzes de cores diferentes (verdes e brancas) e radiação infravermelha (veja infográfico ao lado). Assim, o aparelho verifica a correção do desenho, da marca d’água, do tipo do papel, da espessura e da cor da cédula, que também tem resíduos magnéticos, captados por sensores. Já as moedas passam por impulsos elétricos que detectam sua condutividade, indicando a composição da liga metálica de que é feita. Além disso, um sistema óptico mede o tamanho da sua sombra para verificar o diâmetro e a espessura da placa depositada no aparelho.

    Como ela sabe quanto vale?

    As máquinas de auto-serviço submetem notas e moedas a várias provas.

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    Três luzes diferentes atravessam as notas verificando sua transparência e características do desenho, espessura e tipo de papel. Para fraudar a máquina, um falsário teria de enganar a leitura de todas as lâmpadas ao mesmo tempo.

    As moedas passam por sensores que medem seu tamanho e condutividade elétrica.

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