Para ver o invisível
É que essas partículas minúsculas interagem muito pouco com a matéria ¿ atravessam obstáculos como se fossem fantasmas.
Denis Russo Burgierman
Os neutrinos estão entre as partículas mais misteriosas do universo. Apesar de abundantes – bilhões deles chegam à Terra a todo segundo –, eles raramente são notados e, por isso, quase não são estudados. É que essas partículas minúsculas interagem muito pouco com a matéria – atravessam obstáculos como se fossem fantasmas. Por isso, fica difícil encontrá-las. Até existem alguns detectores, mas eles são imprecisos. Agora, pesquisadores da Nasa e da Universidade da Califórnia encontraram um jeito inusitado de rastrear neutrinos – usando sal. Quando entram numa mina de sal, os neutrinos vez ou outra esbarram no núcleo de um átomo. É uma trombada minúscula, mas que provoca uma chuva de partículas elétricas e acaba emitindo ondas de rádio. Os pesquisadores pretendem instalar delicados detectores de radiação para encontrar essas ondas e, assim, observar os elusivos neutrinos. É o fim de mais um mistério.
Novo metrô de São Paulo deve sair em 2026. Veja os bastidores da construção
Groenlândia: nome da ilha vem de uma jogada de marketing furada dos vikings
A ciência achava que este tubarão que vive por 400 anos era cego. Um novo estudo diz que não é bem assim.
Desaparecimento, surfe e vida de enfermeira: 7 curiosidades sobre Agatha Christie
Como funciona o jogo do bicho?







