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Videogames devem ser censurados?

Confira o que alguns especialistas dizem a respeito de jogos violentos

Por Da Redação Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO
31 Maio 2008, 22h00 • Atualizado em 31 out 2016, 18h49
  • Texto Marina Bessa

    “Alguns jogos trazem imanentes estímulos à subversão da ordem social, atentando contra o estado democrático e de direito e contra a segurança pública, impondo sua proibição e retirada do mercado.”

    Carlos Alberto Simões de Tomaz, juiz que proibiu a venda dos jogos Counter-Strike e EverQuest.

    “Proibir a venda de um jogo violento para menores é compreensível, mas banir completamente a sua venda não faz sentido. Proibir adultos de jogar games é tratá-los como crianças, incapazes de fazer escolhas.”

    Marcel Leonardi, membro da Comissão de Informática Jurídica da OAB.

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    “O realismo dos jogos pode confundir o limite entre fantasia e realidade para algumas crianças. Quem ignora a ordem de classificação etária dos games impede o direito dos pais de restringirem os jogos dos filhos.”

    Mary Lou Dickerson, senadora americana e autora de leis que proíbem a venda e o aluguel de jogos violentos a menores de idade.

    “Se quisermos entender por que os jovens se tornam homicidas, teremos que olhar além do que eles jogam. Culpar os videogames exonera o ambiente em que a criança foi criada e isenta os verdadeiros criminosos.”

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    Karen Sternheimer, socióloga da Universidade da Carolina do Sul que estuda a relação entre jovens, games e violência.

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