Redação Planeta Sustentável 27 de julho de 2007

O blogueiro Colin Beaven e sua família de "10 pernas"
"Esqueça. É impossível". Esse foi o comentário de um político liberal americano quando o escritor Colin Beaven contou que tinha um plano para se tornar o No Impact Man. Por um ano, Colin e sua família reduziriam seu impacto ecológico ao máximo ou a zero. A reação da maioria das pessoas? "Isso é coisa para se fazer quando se vive no campo, numa fazenda, onde se pode plantar a própria comida. Sustentável, em Nova Iorque? Nem pensar".
Mas apesar da descrença de muita gente, Colin está levando sua família – ele, a mulher, a filha e o cachorro, formando o conjunto que o escritor costuma chamar de "10 pernas" - a investir na idéia de levar uma vida com menos impacto, mesmo morando no coração de Manhattan. Isso significa: produzir menos lixo, reduzir a conta de gás, consumir menos e com mais consciência, de produtores locais. E também reciclar, voluntariar-se para limpar praias poluídas (por meio da Nature Conservation), plantar árvores.
Os detalhes dessa empreitada, Colin publica no seu blog, cujo título é, claro, uma jogada de marketing. Colin sabe que seu estilo de vida ainda interfere bastante na natureza, mas acredita que isso não é motivo para deixar de fazer alguma coisa - que pode ser, por exemplo, ligar para o "0800" das empresas pedindo que tirem seu nome da lista de mala direta (nada menos que 100 milhões de árvores são gastas por ano na forma de papel que você não pede para receber).
Colin deixa bem claro que existem vantagens materias no seu projeto: a história toda tem a ver com um contrato para um novo livro - e um filme - que serão lançados em 2009. No blog, ele diz sem meias palavras que está feliz com a oportunidade de unir seu "desejo mercenário" de sustentar uma família e seu lado "egomaníaco" de escritor com algumas idéias sobre o planeta que todas as pessoas precisam ouvir – e por fazer toda essa energia fluir para uma boa direção.
Ser sustentável é assumir responsabilidades, mudar hábitos e transformar o cotidiano para que todos vivam melhor. Essa é a ideia que o movimento Planeta Sustentável dissemina em seu site e, também, nas páginas de 38 publicações da Editora Abril (e seus sites), entre elas a revista Superinteressante. A gente acredita que é preciso fazer algo e é possível fazer muito, mas já! E isso não é utopia, como mostramos neste blog.
Mônica Nunes
É editora do Planeta Sustentável
monica.nunes@abril.com.br
Débora Spitzcovsky
É repórter do Planeta Sustentável
debora.spitzcovsky@abril.com.br
Marina Franco
É repórter do Planeta Sustentável
marina.planeta@gmail.com
Ana Luiza Vastag
É estagiária do Planeta Sustentável
ana.vastag@abril.com.br
É muita hipócrisia de nossa parte julgar os outros se estamos com as mãos sujas de culpa. Mesmo que seja por puro marketing, Colin abre uma possibilidade para que todos ao menos pensem sobre o assunto. Também não adianta esperar pelas grandes empresas, somos nós que devemos mudar nossos hábitos e maneiras de consumir, o que não significa que devamos radicalizar e passarmos a viver como camponeses, podemos trocar materiais mais agressivos ao meio ambiente por outros biodegradáveis na fabricação de muitos produtos. Acredito que por aí seja o caminho das pedras para um menor impacto.
Acho que a Yara e a Marília tem razão em seus pontos de vista,mas se esperarmos das grandes empresas idéias mais viáveis para dimuinuir o nosso estrago ao planeta, talvez elas não venham, porque o interesse deles barra em muitos fatores. Acho que temos que fazer nossa parte, ainda que isso não seja tudo!
Estou totalmente com nossa colega Marilia!
Diminuir o impacto ambiental a zero e impossivel nos dias atuais , mas com certeza podemos e devemos minimizar o mesmo ; independente de onde moramos.
Paises como Dinamarca e Noruega ja demonstram uma enorme e exemplar participacao em reformas ambientais.
Vamos todos fazer nossa parte sem entrar nesse jogo de marketing.
Pensando aqui comigo onde e como o escritor Mr. Collin e sua familia tomam seus banhos?? Muito intessante!
Muito bom o esforço. Mas acho que isso parece mais uma bela jogada de marketing do que conscientização.
É claro que todos podemos (e devemos) minimizar os nossos impactos. E isso independentemente de onde se mora.
Mas, reduzir o impacto à zero é falsidade. Por acaso eles não consomem energia elétrica? Não comem nenhum tipo de alimento embalado?
Todos temos obrigações de coloborar, mas infelizmente não estamos preparados para reduzir drásticamente o nosso impacto se não vivermos como camponeses… As empresas precisam, em primeiro lugar, nos oferecer opções mais ecológicas de consumo.
Fica o apelo e a esperança.
Muito bom o esforço. Mas acho que isso parece mais uma bela jogada de marketing do que conscientização.
É claro que todos podemos (e devemos) minimizar os nossos impactos. E isso independentemente de onde se mora.
Mas, reduzir o impacto à zero é falsidade. Por acaso eles não consomem energia elétrica? Não comem nenhum tipo de alimento embalado?
Todos temos obrigações de coloborar, mas infelizmente não estamos preparados para reduzir drásticamente o nosso impacto se não vivermos como camponeses… As empresas precisam, em primeiro lugar, nos oferecer opções mais ecológicas de consumo.
Fica o apelo e a esperança.
Nossa! Muito legal! Todos nós precisamos da receita! Acho muito bacana que alguém – ainda mais um americano – consiga tal façanha!Adorei!
Caros amigos do Planeta Sstentável!
Adorei o post. “Conscientizar é preciso!” …acho que essa é a ordem do dia, quando se pensa no Planeta Terra, nas questões ambientais que exigem atitudes imediatas!
[]s
Interessante. Sempre achei que vivendo numa cidade como São Paulo ter ações ecológicas fosse mais difícil. è uma questão de se colocar as disposição da causa e não de estar num ou outro lugar.
Interessante. Sempre achei que vivendo numa cidade como São Paulo ter ações ecológicas fosse mais difícil. è uma questão de se colocar as disposição da causa e não de estar num ou outro lugar.
Interessante. Sempre achei que vivendo numa cidade como São Paulo ter ações ecológicas fosse mais difícil. è uma questão de se colocar as disposição da causa e não de estar num ou outro lugar.