Teste alcança “ignição” pela primeira vez
Uma análise (1) comprovou que o reator experimental do Laboratório Nacional Lawrence Livermore, nos EUA, ficou 100 trilionésimos de segundo nesse estado – no qual o reator consegue manter sozinho as reações de fusão, sem precisar receber energia “de fora”. Foi um marco inédito para a fusão nuclear – que um dia poderá se tornar uma fonte de energia limpa e quase infinita.
Reatores podem ficar sem combustível
O ITER, maior reator de fusão do mundo, está quase pronto: se tudo der certo, ele começará a operar em 2025 na França. Mas há um porém: sozinho, o ITER irá consumir quase todo o trítio produzido no mundo (2), deixando os outros reatores de fusão sem acesso a esse combustível. O trítio é um isótopo raro do hidrogênio, e costuma ser fabricado em reatores de fissão nuclear.
Google financia estudos com novo sistema
A empresa americana TAE Technologies anunciou ter recebido US$ 250 milhões do Google e de outros investidores. Ela criou um novo tipo de reator de fusão, que usa boro e hidrogênio comum (não requer trítio) e não libera nêutrons – que são um problema nos reatores comuns. Segundo a empresa, a tecnologia permitirá produzir energia em reatores bem menores, com 1/10 do tamanho do ITER.
Fontes 1. Lawson Criterion for Ignition Exceeded in an Inertial Fusion Experiment. H. Abu-Shawared e outros, 2022. 2. Out of Gas: a shortage of tritium fuel may leave fusion energy with an empty tank. D Clery, revista Science, 2022.
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