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4 avanços científicos revelados enquanto você tirava o glitter do corpo

Em fevereiro, enquanto tudo em que você tocava brilhava por causa do Carnaval, os cientistas de todo mundo brilhavam também

Por Ana Carolina Leonardi Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO
26 fev 2018, 15h11 • Atualizado em 28 fev 2018, 13h24
  • 1. Cinco crianças chinesas ganharam orelhas novas – geradas em laboratório a partir de células delas

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    Elas tinham entre 6 e 9 anos, e todas possuíam microtia, uma doença genética que impede o desenvolvimento pleno da parte externa das orelhas. A microtia pode atrapalhar desde a aparência e a autoconfiança das crianças até a sua audição.

    Os pacientes chineses tinham microtia unilateral (que só afetava uma das orelhas) – e, por causa disso, foi possível escanear e criar moldes em 3D da orelha sem a doença.

    Da mesma orelha, foram isoladas células da cartilagem e cultivadas no formato do molde, até formarem uma orelha plenamente desenvolvida. Ela foi então transplantada nas crianças, no lugar da orelha com microtia.

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    2. Cientistas americanos identificaram os neurônios que criam a sensação de ansiedade, e aprenderam a controlá-los usando lasers

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    Um estudo com ratos conseguiu demonstrar quais são os neurônios responsáveis pela ansiedade. Eles ficam localizados no hipocampo, área do cérebro associada à manutenção da memória.

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    Cientistas mapearam os cérebros dos ratinhos enquanto eles passeavam por um labirinto. Só que certos trechos do caminho foram arquitetados para surpreender os bichos – alguns desembocavam em espaços abertos e plataformas elevadas, nos quais os ratos se sentiam mais vulneráveis.

    Alguns neurônios do hipocampo, na região CA1 ventral, tinham pico de atividade justo nessa hora. Quanto mais ansioso era o comportamento dos ratos, mais atividade nessa região os cientistas viam. Usando uma técnica optogenética, os cientistas começaram a intervir na região CA1 ventral: com um feixo de laser, eles manipularam os gatilhos naturais das “células da ansiedade” para controlá-las, desligando direto na fonte. Resultado: mesmo nos trechos assustadores do labirinto, os ratinhos seguiam tranquilos e curiosos. 

    3. Engenheiros do MIT descobriram como usar ondas sonoras de alta frequência para detectar tsunamis

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    A intenção é que a técnica seja usada para dar avisos de tsunami com mais antecedência. Os tsunamis são causados por terremotos em alto mar, levando à pressão que promove as ondas gigantescas propriamente ditas. Esse mesmo terremoto produz ondas sonoras de alta frequência.

    Como o som viaja rapidamente, seria possível detectá-las antes mesmo que os sinais do tsunami em si se manifestem. Mas o modelo ainda não foi testado na prática – falta ter certeza de que os cálculos funcionam para terremotos de qualquer magnitude.

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    4. Médicos franceses descobriram que dentro das mitocôndrias o corpo humano é mais quente, chegando a 50 oC

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    A maior parte do calor do seu corpo vêm das mitocôndrias. São elas que produzem energia dentro das células, gerando ATP a partir de nutrientes no processo de respiração celular. Mas 60% da energia desse esforço todo é dissipada na forma de calor. É justo pensar nas mitocôndrias como radiadores aquecendo um quarto no inverno. Só que o quarto é você.

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    Como consequência, intui-se que as mitocôndrias funcionam acima da nossa temperatura corporal interna de 37,5ºC. Mas não sabíamos o quanto. Usando uma molécula luminosa que reage à temperatura produzindo luz, cientistas da Universidade Paris Diderot conseguiram medir o quão quente era o interior de uma mitocôndria. Os resultados, publicados no periódico PLoS Biology, mostram que as medições beiravam os 50ºC, ficando em média 10ºC acima do restante da célula.

    A conclusão foi polêmica: muitos cientistas acham duvidoso que uma diferença tão brutal na mais importante organela do corpo tenha passado despercebida por tanto tempo. Por outro lado, análises térmicas desse tipo não são um tópico popular entre os cientistas. Os médicos franceses podem ter dado sorte de olhar um assunto ao qual pouca gente dava bola. Faltam novas pesquisas independentes, portanto, para confirmar se as mitocôndrias realmente estão vivendo esse nível de calor e de caos.

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