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Qual a função do sono?

Pouco se sabe a respeito dos mecanismos que se processam em nossa mente enquanto dormimos.

Por Da Redação Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO
Atualizado em 31 out 2016, 18h47 - Publicado em 31 ago 2003, 22h00

Tânia Nogueira

Mente nenhuma funciona direito sem uma boa noite de sono. Mas ninguém sabe exatamente por que todos os animais precisam dormir, que papel esse período de descanso tem no metabolismo do cérebro, que mecanismos são acionados para se fazer o trabalho que tem de ser feito. “Quem descobrir a função do sono ganha o prêmio Nobel”, diz o neurologista Flávio Aloe do Laboratório do Sono do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. “Há uma limitação técnica. Estamos tentando mensurar dados muito subjetivos. Qual o papel do riso, da alegria, na saúde das pessoas?”

Uma hipótese bastante forte é a de que, nos primeiros anos de vida, o sono tenha um papel importante na maturação do sistema nervoso central. Outra é que ele sirva para reposição de energias. Acredita-se também que é durante o sono que acontece a transposição da memória temporária para a memória permanente. E é fato que é quando dormimos que o hormônio de crescimento é secretado. A maior dificuldade está em saber como essas coisas se processam.

Para complicar, o sono é composto de dois estados muito diferentes entre si. Estudos feitos com eletroencefalograma mostram que há uma alternância de períodos em que ondas cerebrais são longas e lentas e outros em que a atividade cerebral lembra muito o estado desperto. Conhecido como sono REM (do inglês Rapid Eye Movement, movimento rápido dos olhos), o período de maior atividade se caracteriza pelos rápidos movimentos dos olhos, o amortecimento dos músculos e a alta incidência de sonhos. O outro estágio é conhecido como não-REM e nele também acontecem sonhos, mas com menor freqüência.

Outra questão que continua sem resposta é o por quê de sonharmos. “Os sonhos, com certeza, têm uma função biológica”, diz Aloe. “Mas a medicina sabe muito pouco a esse respeito.”

 

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