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Continuamos tentando matá-las, mas as baratas aprendem rápido!

Por Vinícius Giba Atualizado em 4 jul 2018, 20h35 - Publicado em 24 Maio 2013, 13h14

As baratas, um dos Super Trunfos da natureza, deram mais um passo evolutivo e o motivo talvez seja: só para nos irritar. Bom, e sobreviver, é claro. Mas eu ainda acho que o objetivo principal é rir da nossa cara.

Grupos de baratas europeias se adaptaram às armadilhas que a população costuma colocar para matar as coitadas (basicamente: comida doce envenenada).

Ao perceber uma queda na eficiência desses venenos, pesquisadores passaram a estudar a relação do inseto com a armadilha. O resultado foi meio óbvio, porém intrigante: a arapuca não funcionava porque as baratas simplesmente não comiam mais os doces.
Ué, como assim? Como uma barata ignoraria um pedaço de comida cheio de glicose?

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Põe na conta da evolução: as baratas passaram por uma mutação que rearranjou a percepção de gosto das malandras. Elas passaram a sentir o excesso de glicose como um gosto amargo e perderam o interesse nesse tipo de comida. Ou seja: sambaram na cara do Homo sapiens.

Num teste em laboratório, cientistas ofereceram pasta de amendoim e geleia para as baratas – a geleia tem muito mais glicose que a pasta. Famintas, elas foram até a geleia, experimentaram e logo correram para a pasta de amendoim, onde se deliciaram. Mini-sensores eletrônicos foram ligados nas células responsáveis pelo paladar e bingo! —> quando provaram a geleia cheia de glicose, as células que reconhecem o doce se ativaram, mas as do amargo também ligaram e com uma intensidade bem maior, anulando a doçura.

A gente pode até achar barata uma coisa nojenta, mas elas são muito f****!

Fonte: BBC News

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Mundo Estranho
Continuamos tentando matá-las, mas as baratas aprendem rápido!
As baratas, um dos Super Trunfos da natureza, deram mais um passo evolutivo e o motivo talvez seja: só para nos irritar. Bom, e sobreviver, é claro. Mas eu ainda acho que o objetivo principal é rir da nossa cara. Grupos de baratas europeias se adaptaram às armadilhas que a população costuma colocar para matar […]

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