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Semana de Halloween – As 5 creepypastas mais assustadoras

Por turma-do-fundao Atualizado em 4 jul 2018, 20h34 - Publicado em 31 out 2013, 15h47

MarcellyNascimento_halloween

Creepypastas são uma espécie de lenda urbana da internet criadas por pessoas como você e eu. Geralmente com o objetivo de assustar ou confundir (mindfucks), elas abordam temas conhecidos – como as lendas que circulam a internet sobre Pokémon, Zelda e outros tantos jogos que todos nós amamos – ou mesmo desconhecidos – como O Rake, Slenderman e Jeff, o assassino, que tornaram-se conhecidos por causa de suas respectivas creepypastas.

Fizemos uma seleção das cinco mais assustadoras que rondam a internet. Conhece alguma que acredite ser mais aterrorizante ainda? Cite nos comentários!

5. O Rake

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O Rake é uma criatura humanoide de pele acinzentada e careca. É extremamente magricela, possui membros compridos demais e anda de quatro, como um animal deformado que parece ter sido atropelado há pouco. Seus olhos, completamente negros e drenados de vida, são capazes de paralisar de medo quem os encara.

Sua primeira aparição data do século 12. No entanto, o mais famoso relato foi feito em 2006 por uma suposta vítima que recentemente voltara de viagem com a família das Cataratas do Niágara. A esposa acordou às 4 da manhã e notou que uma criatura estranha observava ela e ao marido, que também estava acordado. A criatura estava no pé da cama, e ali permaneceu durante alguns segundos, quando saiu correndo para o corredor na direção do quarto das crianças.

Quando a mulher o alcançou, já era tarde demais: a criatura estava coberta de sangue, levando nos braços uma de suas filhas. Antes de a vida ser drenada de seu corpo, a criança murmurou: “Ele é o Rake”. O marido supostamente cometeu suicídio.

Reza a lenda que o Rake escolhe pessoas aleatoriamente, e então as visita todas as noites. No entanto, é bom tomar cuidado: se você for eleito e acabar acordando no meio da noite, flagrando-o enquanto ele o observa, talvez não tenha tanta “sorte” quanto a vítima do relato acima.

4. Duas Faces

duasfaces

Você chegou em casa do treino. Está cansado, suado e precisa urgentemente de um banho. Então você vai ao banheiro, tira a roupa e se joga embaixo do chuveiro. Rapidamente o vidro do espelho e do boxe se embaça – até aí normal, certo? Certo.

Porém, aqui vai uma dica: se você começar a ouvir uma melodia estranha, baixinha e lenta (e até mesmo tranquilizante), está na hora de ligar o alerta vermelho. Você pode fazer qualquer coisa – cantar, gritar, dançar –, exceto tentar descobrir que diabo está acontecendo. Afinal, é disso que se trata a creepypasta de Duas Faces.

Se você ouve a música e tenta ver o que está do outro lado do boxe, provavelmente verá um vulto. Durante um segundo, você pode até pensar que se trata de sua mãe – será que ela veio pegar a toalha de rosto pra lavar? Torça para não estar errado, pois, se você ver o vulto, provavelmente passará a mão no boxe para desembaçar o vidro e ver que realmente está ali…

E, provavelmente, no segundo seguinte, estará cara a cara com uma velha, cuja pele do rosto estará descolando: ela sussurrará “duas faces” e, no instante seguinte… Tudo escuro. Você terá desmaiado, sofrido choques térmicos ou paralisia facial. Tudo bem, em alguns casos é reversível. Mas se o seu não for… Bem, sinto muito.

Se você passou pela experiência e está aqui para contar a história, não fique muito animado. O que se diz sobre a velha que aparece é que ela foi atrás de você por um único motivo: precisa de uma nova face. Se ela não conseguiu a sua de primeira, tentará outras vezes. Não se admire se continuar a ouvir a melodia estranha sair pelo ralo de seu banheiro, ou se ver o vulto da velha sempre que for escovar os dentes. Ela estará à espreita até conseguir o que tanto quer.

3. A boneca Annabelle

annabelle

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Muito antes de o filme Invocação do Mal estrear nos cinemas, uma lenda sobre a boneca Annabelle já circulava na internet, causando arrepios e deixando pessoas ao redor do mundo sem conseguir fechar os olhos. Tudo começou em 1970, quando uma mãe comprou um simples presente para a filha: uma boneca.

Donna, a presenteada, estava se graduando em enfermagem e morava junto de uma amiga chamada Angie. Durante algum tempo, tudo esteve normal: Donna colocava Annabelle sobre a cama todas as noites, encantada com o presente. Um dia, Angie e Donna saíram. Quando voltaram, notaram algo diferente: Annabelle não estava no local de costume, sobre a cama. Isso aconteceu várias vezes: a boneca era encontrada ora sentada no sofá, com as pernas cruzadas, ora na sala de jantar, encostada em uma das cadeiras. Decididamente, ter um brinquedo que se movia pela casa era o suficiente para amedrontar duas universitárias. Contudo, as coisas não pararam por aí.

Annabelle “aprendeu” a escrever. Um mês após as estranhas movimentações da boneca, Donna e Angie começaram a encontrar pedaços de pergaminho onde as palavras “Ajude-nos” ou “Ajude Lou” estavam escritas numa caligrafia de criança. Certa noite, aconteceu a gota d’água: Donna e Angie retornaram para casa e encontraram Annabelle não apenas em um lugar diferente, mas com as mãos e o peito cheios de sangue. Apavoradas, as colegas de quarto decidiram chamar uma médium para investigar a boneca. O que se descobriu era que se tratava do espírito de uma garotinha que morara no local anteriormente, Annabelle Higgins. Compadecida, Angie deu permissão para que ela continuasse em casa.

Os estranhos acontecimentos apenas pioraram. Annabelle chegou a machucar um amigo de Angie e Donna que costumava visitá-las. Sempre que tentavam livrar-se da boneca, encontravam-na de novo em casa como se ela sequer tivesse saído de lá. Apenas quando o casal Warren entrou em cena, como podemos observar no filme Invocação do Mal, os três descobriram que a boneca não guardava o espírito de uma criança – e que um demônio habitava a casa, enganara a todos e estava quase possuindo um deles.

2. A Expressão

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Talvez essa seja uma das mais assustadoras justamente por ser tão simples e, ao mesmo tempo, tão macabra. O que se diz é que, em 1972, uma mulher apareceu em um hospital com sua rouba branca suja de sangue. Ora, não há nada de errado nisso, você deve estar pensando. Verdade: encontrar alguém coberto de sangue chegando a um hospital pode causar certo espanto, mas não é a coisa mais anormal do mundo… A não ser que essa pessoa não tenha uma face humana.

Exatamente: a mulher de que falamos se encaixa nessa exceção. Seu rosto era exatamente igual ao de um manequim, porém mais macabro e assustador. Os olhos eram tão artificiais que davam calafrios. Seus dentes eram impossíveis de se ver, pois a mandíbula estava presa de tal forma que a boca não se movia.

Bem, fazer o quê? Os médicos tiveram de seguir com os procedimentos padrões, mesmo que aquela paciente causasse arrepios. Encaminharam-na para um quarto, onde ela se manteve quieta, calma e calada. Tão calada que não respondeu a qualquer pergunta, nem mesmo ao policial que viera investigar o que acontecera para ela estar ali naquelas condições.

No dia seguinte, quando tentaram sedá-la, a paciente misteriosa abandonou toda a calmaria: nem mesmo dois membros da equipe conseguiram segurá-la. Ela se levantou, ainda com aquela expressão bizarra de manequim no rosto, e olhou para o médico. Fez algo mais macabro ainda: sorriu. Como não era normal, obviamente já imaginamos que seus dentes não eram normais. Todos eram brancos, longos e afiados. O médico a encarou e perguntou: “What the hell are you?” (Que diabos é você?). O que obteve como resposta? A estranha paciente avançou sobre seu pescoço, rasgando sua jugular.

Antes que ele morresse engasgado no próprio sangue, ela aproximou-se de seu ouvido e sussurrou: “I… am… God” (Eu sou Deus). Havia uma equipe com dez pessoas na sala, mas apenas uma médica sobreviveu. Se você quiser perguntar a ela sobre a estranha paciente, sugiro que tente em um dos diversos hospitais psiquiátricos para os quais ela foi enviada e transferida após a tragédia.

1. Carazi

carazi

E aí, depois de ler tudo isso, deu vontade de ir ao banheiro? Ou quem sabe beber um copo de água, leite…? Vá em frente, ora. Mas tome cuidado ao voltar.

O carazi é aparentemente um garotinho de seis anos de idade, com olhos negros e sem íris, pele costurada no lugar da boca e garras nos dedos. Durante a noite, ele entra nas casas, alojando-se em qualquer cômodo, exceto nos quartos. Pode estar escondido debaixo do sofá, atrás da estante ou dentro de uma gaveta. O carazi não é uma criança comum, como você deve ter notado: ele se contorce de tal forma que cabe em qualquer lugar. E ali permanece, esperando.

A partir do momento em que há algum movimento na casa, ele vai investigar. Se ver alguém – você, por exemplo – que se levantou para beber água ou, quem sabe, desligar a TV da sala que foi deixada ligada, ele passa a observá-lo. O efeito é imediato: você começa a sofrer de insônia e não conseguirá mais dormir.

Concentrando-se, você poderá ser capaz de ouvir o carazi. Ou escutará seus passos, ou sua respiração anasalada, ou algum objeto no qual ele possa esbarrar sem querer. Quando ele ver que você está fora da cama, receberá uma espécie de permissão para entrar em seu quarto e lá irá se instalar.

Geralmente, ele se esconde embaixo da cama (talvez isso explique os ruídos noturnos que te atormentam…). As vozes, os arranhões, aquela presença estranha, tudo isso pode ser obra do carazi. O tempo passa e o carazi está há tanto tempo debaixo de sua cama que você passa a vê-lo inclusive de dia. Mas apenas você o vê, e as pessoas pensam que está paranoico. Você tem duas opções: ignorá-lo ou contar tudo e ser taxado como um louco alucinado.

Se estiver pensando em se levantar e apagar a luz, pense de novo. O simples ato de se erguer da cama já é o suficiente para autorizar o carazi a atormentá-lo. Se, por algum acaso, ouvir ruídos estranhos ou sentir uma presença ou mal-estar… Bem, esse texto em nada ajudou, a não ser a informá-lo. Acredito que não haja mais nada a fazer em seu caso. Boa sorte.

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