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Como funciona o Basquetebol em Cadeira de Rodas

Nas Paralimpíadas a cesta tem a mesma altura do que nos jogos olimpícos: 3,05 metros

Por Felipe Germano Atualizado em 4 nov 2016, 19h18 - Publicado em 9 set 2016, 20h15

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Cinco jogadores para cada time, quadras com medidas olímpicas, quatro tempos de 10 minutos, cestas de mais perto valem 2 pontos; se ficar atrás da linha do garrafão, valem 3. O basquete em cadeira de rodas é extremamente semelhante ao jogo disputado nas olimpíadas, em geral as regras são as mesmas – até a altura das tabelas mantém os 3,05 metros utilizados pelo esporte convencional.

Há sim, porém, algumas adaptações. Todos os jogadores são avaliados pelos padrões de Classificação Funcional da Federação Internacional de Basquete em Cadeira de Rodas (IWBF). O processo analisa a capacidade funcional do tronco, das mãos, dos membros inferiores e membros superiores dos jogadores, apontando um resultado em forma de números que variam entre 1 (para o competidor que não consegue controlar o tronco) e 4,5 (atribuído para aquele que tem que, na cadeira, não tem limitações de movimentação). A soma dos jogadores em quadra não pode superar 14 – o que faz com que jogadores com diferentes tipos de deficiência joguem juntos.

Outra adaptação é a da movimentação com a bola. No lugar de dois passos, o jogador só pode dar dois toques na cadeira sem que continue quicando o objeto, ou o passe para outro jogador.
O basquete em cadeira foi a primeira modalidade paralímpica a ser praticada no Brasil. O jogo acontece por aqui desde 1958.

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