Acordar em uma banheira cheia de gelo sem os rins.
Chupar uma bala recheada com cocaína.
Todo mundo já ouviu essas lendas urbanas, mas, agora, um time de pesquisadores resolveu investigar por que esse tipo de história se espalha tão rapidamente.
A resposta está no nosso instinto de sobrevivência. Quanto mais cabulosa e ameaçadora uma história — cheia de detalhes de formas inesperadas de morrer, por exemplo —, mais o nosso cérebro se esforça para guardá-la. A ideia é estar precavido caso a situação aconteça com você.
De acordo com os cientistas, uma boa lenda urbana contém em média 2,36 detalhes implausíveis e basta ouvi-la de mais de uma fonte para que nosso cérebro a registre como “verdade”.
Fonte: Serial killers, spiders and cybersex: Social and survival information bias in the transmission of urban legends. J.M. Stubbersfield






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