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Como foi criado o enxaguante bucal?

Ele nasceu como um antisséptico para cirurgias hospitalares. Depois, virou o 1º enxaguante bucal da história. Sempre com mais de 20% de álcool na fórmula

Por Da Redação Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO
28 nov 2010, 22h00 • Atualizado em 31 out 2016, 18h51
  • Etanol, o goró

    Enxaguante bucal – etanol
    Ele tem tanto álcool quanto vinho do Porto – aquele vinho turbinado com conhaque e servido como licor. São 22% de puro mé. No Listerine ele funciona como um solvente para as outras substâncias. E é quem causa o ardor na gengiva – a marca registrada do Listerine.

    Timol, o embalsamador

    Enxaguante bucal – timol
    É o coração do enxaguante: destrói as membranas celulares das bactérias que formam a placa. A fonte dele é insuspeita: orégano. Mas a coisa é tão eficaz contra micro-organismos que os egípcios antigos usavam timol para embalsamar seus mortos.

    Fórmula secreta, a destruidora de álcool

    Enxaguante bucal – fórmula secreta
    O álcool aqui é “desnaturado”. Continua sendo álcool do mesmo jeito, mas leva uma mistura de elementos químicos que torna insuportável beber a coisa – isso é comum em qualquer produto que leve álcool e não seja vendido no bar. A fórmula desnaturadora aqui é secreta, mas sabe-se que os outros ingredientes do Listerine, como o timol, já fazem boa parte desse trabalho.

    Sorbitol, o Beto Barbosa

    Enxaguante bucal – sorbitol
    “Adocica, meu amor, adocica.” A mulher do inventor do Listerine deve ter dito isso para ele algum dia – o enxaguante original, dos anos 20, era azedo. Natural: ninguém iria colocar açúcar num produto para a saúde da boca. Mas vieram os adoçantes, como o sorbitol aqui (feito a partir de açúcar, mas que não dá cárie). Aí foi só correr para o abraço.

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    Mentol, o ar-condicionado

    Enxaguante bucal – mentol
    O óleo de menta trapaceia seus nervos. Quando os sensores da boca entram em contato com ele, mandam uma mensagem errada para o cérebro: dizem que o líquido está mais frio do que realmente é. Esse engano neuronal dá origem à sensação de frescor na boca. Outro instinto nosso diz que frescor é a mesma coisa que limpeza. E aí… Missão cumprida.

    FONTES Felipe Arcas, consultor da Associação Brasileira de Odontologia; Maristela Lobo, professora de odontologia estética do Senac; Johnson & Johnson, fabricante do Listerine.

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