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Marcelo Coelho

O crítico de cinema da Folha de S. Paulo diz quais são os melhores (e o pior) filmes românticos

Por Da Redação Atualizado em 31 out 2016, 18h54 - Publicado em 31 Maio 2008, 22h00

O colunista da Folha de S.Paulo é um crítico de cinema dos mais originais, sem o cabecismo que contamina a classe. Aqui ele elege os melhores, e o pior, entre os filmes românticos.

Conte Comigo (de Rob Reiner)

Baseado num conto do mestre Stephen King – o que pouca gente sabe – é uma história nada aterrorizante, e muito poética, sobre a chegada à vida adulta.

O Fiel Camareiro (de Peter Yates)

Aborda a relação de um ator shakespeariano em declínio com seu camareiro. Palpitante de amor ao teatro, é uma história da busca ao estrelismo.

Feitiço de Amor (de Richard Quine)

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Kim Novak nunca esteve tão linda como no papel de bruxa nessa comediazinha romântica. Um filme de incrível suavidade e charme, um tipo de comédia romântica que já não se faz mais.

O Triunfo do Amor (de Clare Peploe)

Parece, no início, uma frivolidade envolvendo identidades trocadas. Aos poucos, a ambigüidade da situação cria momentos quase insuportáveis de intensidade poética.

Nós e o Fantasma (de Joseph L. Mankiewicz)

É uma perfeição de diálogo e sensibilidade, em um tom romântico e leve.

Jules e Jim (de François Truffaut)

Como quase sempre acontece nos filmes dele, há uma espécie de frivolidade básica, a que finais felizes ou infelizes nada acrescentam. A própria história não me parece digna de ser contada.

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