Playlist: 5 coisas para ler e jogar em janeiro
Da investigação do maior roubo de arte no Brasil a um romance para entender a Venezuela, confira as dicas culturais da Super para o começo de 2026.
Em pleno Carnaval, quatro assaltantes invadiram o Museu da Chácara do Céu, no Rio de Janeiro, e levaram cinco quadros (de Monet, Picasso, Matisse e Dalí). Eles se infiltraram no meio dos bloquinhos e fugiram em uma van. Trata-se do maior roubo de arte da história do Brasil, e que jamais foi solucionado. Neste livro, a jornalista Cristina Tardáguila, fundadora da Agência Lupa, investiga o caso, que completa 20 anos em 2026. A obra foi uma das referências para a reportagem sobre roubo de museus (leia aqui). (Maria Clara Rossini)
Você recebe cartas numeradas de 1 a 10, com o objetivo de baixar na mesa sequências ou conjuntos de números iguais. Os adversários precisam baixar jogos maiores – caso contrário, você vence a rodada e acumula pontos. Parece um clássico jogo de baralho, mas tem mecânicas inventivas que tornam a partida mais legal. Não é possível, por exemplo, mudar a ordem inicial das cartas na sua mão.
Enigma do Medo
Lançado em novembro de 2024, este game arrecadou mais de R$ 4 milhões com financiamento coletivo depois do anúncio do projeto, em 2020. Ao lado do cãozinho Lupi, Mia, uma jovem detetive, investiga o desaparecimento de seu pai em “um lugar que não existe”. Sua dedução será o seu melhor guia para resolver a narrativa misteriosa e envolvente do jogo, que é baseado na série de RPG Ordem Paranormal. (Leo Caparroz)
Para PC, de R$ 55 a R$ 65.
“Por um nanossegundo, fui a pessoa mais poderosa do mundo”, disse Nell Scovell ao relembrar um jantar na Casa Branca no qual ela escreveu piadas para o discurso de Barack Obama. Neste livro, Scovell, que já roteirizou talk shows e séries como Os Simpsons, conta bastidores hilários do showbiz americano – e também os dissabores pelos quais mulheres têm de passar no mundo da comédia.
O jovem casal Nina e Camilo enxerga com bons olhos o início do governo de Hugo Chávez. Conforme o autoritarismo avança, os dois formam opiniões divergentes sobre o regime. Lançado em outubro por aqui, o premiado romance da venezuelana María Elena Morán, que vive no Brasil desde 2012, conta a história de uma família fragmentada pela crise que há anos atravessa o seu país.








