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Do Berimbau às Super cordas

Por Da Redação - Atualizado em 31 out 2016, 18h27 - Publicado em 31 ago 2006, 22h00

Rodrigo Rezende

Berimbau

Foi a guitarra dos homens das cavernas. “Pôsteres” retratando solos de “rock stars” pré-históricos com berimbaus ancestrais já eram pintados em cavernas francesas há 17 mil anos, época em que o homem ainda vivia de caça e coleta. O tempo passou, a agricultura foi desenvolvida, as civilizações nasceram e a paixão humana pela música continuou sem explicação. Até surgir…

Pitágoras

Ele resolveu, no século 6 a.C., deixar a paixão de lado e usar a razão: “É pelos números, e não pelos sentidos, que se deve avaliar a música”. Cumpriu a palavra: pegou uma corda musical, mediu os espaços entre as notas e descobriu que existe lógica matemática nos trastes do violão. Mas essa lógica só foi completamente compreendida com a invenção do…

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Logaritmo

Pare e leia esta frase em voz alta. Sabe o que passou pelos seus ouvidos e entrou na sua cabeça agora? Logaritmos. É com esses números, descobertos no século 16 pelo escocês John Napier, que o cérebro processa a intensidade da voz, ou a freqüência das notas da guitarra. A nova função atravessou a história e fascinou o matemático mais importante do século 18:

Leonhard Euler

O suíço, que sabia de cor o resultado de qualquer número de 1 a 100 elevado até a 6a potência, aprimorou a teoria dos logaritmos. Publicou tantas obras que, se alguém fosse copiá-las, teria de trabalhar 8 horas por dia durante 50 anos. Em 1968, uma dessas obras caiu nas mãos do físico italiano Gabriele Veneziano. E lá dentro o rapaz achou uma equação especial, que o inspirou a criar a Teoria das…

Supercordas

Lembra de tudo o que você já leu sobre física de partículas: átomos, prótons, elétrons, quarks, fótons, gravidade etc.? Segundo a revolucionária Teoria das Supercordas, nada disso existe. Tudo (toda força e matéria do Universo, incluindo você) é composto de cordas vibrando em freqüências diferentes. Ou seja: o mundo pode ser um conjunto de minúsculos berimbaus.

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