Na Antigüidade, o conceito de privacidade estava relacionado apenas com a idéia de se ver privado de algo. Quem possuísse uma vida privada não era “tão humano” – caso do escravo, que não tomava parte da esfera social. Quem o fazia, era bastante valorizado. Na origem da idéia de privacidade está o verbo “privar”, de domesticar e domar, e o adjetivo privado diz respeito à família e a casa. Ou seja, o privado se opõe ao público, e remete ao que é de caráter reservado. O conceito começou a se formar na Europa feudal e teve grande desenvolvimento a partir da Revolução Francesa. Com a ascensão da burguesia e dos direitos e necessidades materiais criadas com a Revolução Industrial, o homem percebeu que necessitava de um lugar para exercer sua individualidade. Privacidade hoje também está relacionada ao conforto material: as casas têm melhores condições, e os membros da família conquistaram quartos reservados. A privacidade tornou-se um bem que é garantido, inclusive, pela nossa Constituição.
Um dos melhores estudos já feitos sobre a privacidade é História da Vida Privada, lançado no Brasil pela Cia. das Letras. A editora publicou uma série sobre o tema.
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