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Qual a origem dos sete pecados capitais?

Gula, luxúria, avareza, ira, soberba, preguiça e inveja: entenda por que esses se tornaram os sete principais vícios para a igreja católica.

Por Marina Motomura
18 abr 2011, 18h25 • Atualizado em 22 fev 2024, 11h25
  •  Os sete pecados capitais são quase tão antigos quanto o cristianismo. Mas eles só foram formalizados no século 6, quando o papa Gregório Magno, tomando por base as Epístolas de São Paulo, definiu como sendo sete os principais vícios de conduta: gula, luxúria, avareza, ira, soberba, preguiça e inveja.

    A lista só se tornou “oficial” na Igreja Católica no século 13, com a Suma Teológica, documento publicado pelo teólogo são Tomás de Aquino. No documento, ele explica o que os tais sete pecados têm que os outros não têm.

    O termo “capital” deriva do latim caput, que significa cabeça, líder ou chefe, o que quer dizer que as sete infrações são as “líderes” de todas as outras.

    E, do ponto de vista teológico, o pecado mais grave é a soberba, afinal é nesta categoria que se enquadra o pecado original: Adão e Eva aceitaram o fruto proibido da árvore do conhecimento, querendo igualar-se a Deus.

    A Igreja até tentou oferecer soluções para os pecados capitais, criando uma lista de sete virtudes fundamentais – humildade, disciplina, caridade, castidade, paciência, generosidade e temperança –, mas os pecados acabaram ficando mais famosos.

    Outras religiões, como o judaísmo e o protestantismo, também têm o conceito de pecado em suas doutrinas, mas os sete pecados capitais são exclusivos do catolicismo.

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    Soberba

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    (Paul Bradbury/Getty Images)

    Do ponto de vista teológico, a soberba (ou orgulho) é o pecado mais grave de todos. Afinal, é nesta categoria que se enquadra o pecado original: Adão e Eva aceitaram o fruto proibido da árvore do conhecimento, querendo igualar-se a Deus. A igreja acredita que essa seja a origem dos outros pecados capitais.

    Gula

    Os sete pecados capitais: gula
    (Jupiterimages/Getty Images)

    Comer ou beber demais intencionalmente é o que caracteriza a gula. Não estamos falando de fazer uma boa refeição ou beber um vinho de vez em quando. Para a igreja católica, o pecado ocorre quando você come ou bebe a ponto de ficar doente ou alterado fisicamente – seja bêbado ou com uma dor de barriga.

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    Avareza

    Os sete pecados capitais: avareza
    (GSO Images/Getty Images)

    A avareza é o amor e desejo pelas posses terrenas – como o dinheiro. Almejar o enriquecimento e fortuna entra nesta categoria. O “antídoto” para a avareza seria a generosidade e caridade, dar suas posses para pessoas mais necessitadas.

    Preguiça

    Os sete pecados capitais: preguiça
    (Chris Stein/Getty Images)

    Nesse contexto, o pecado não inclui apenas a preguiça física (querer passar o dia jogado na cama, por exemplo), mas também a mental e espiritual. Ela significa não querer fazer sacrifícios em prol de deus ou de outras pessoas.

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    Ira

    Os sete pecados capitais: ira
    (mihailomilovanovic/Getty Images)

    A ira envolve o sentimento hostil e desejo por vingança. Ela é diferente da raiva, por exemplo: você não controla quando sente raiva, mas pode escolher o que fazer com ela. Optar pela paciência seria a melhor forma de evitar a ira.

    Luxúria

    Os sete pecados capitais: luxúria
    (Tomas Rodriguez/Getty Images)

    Trata-se do desejo intenso, geralmente sexual, mas em alguns contextos também pode estar relacionado à fama e fortuna. Segundo a igreja, a castidade é uma maneira de evitar esse pecado.

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    Inveja

    Os sete pecados capitais: inveja
    (FangXiaNuo/Reprodução)

    Esse pecado tem a ver com o ressentimento pela felicidade, sorte, talento ou fortuna de outra pessoa.

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