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Aprender uma segunda língua é difícil? Pode ser culpa da anatomia do seu cérebro

O formato cerebral pode definir se você terá mais facilidade com um novo idioma, mostra essa pesquisa realizada no Canadá

Por Marcos Candido
22 jan 2016, 17h45 • Atualizado em 31 out 2016, 19h03
  • Cada partezinha do cérebro o faz desempenhar habilidades específicas; e essas habilidades mudam de pessoa para pessoa. Uma condição anatômica, que pode influenciar até na hora de aprender um novo idioma.

    Segundo pesquisadores da Universidade de McGill, no Canadá, a anatomia cerebral pode definir se você terá mais facilidade ao falar, ou mais tranquilidade ao ler e entender um idioma diferente.

    Durante três meses, 15 adultos falantes de inglês foram submetidos a um curso intensivo para aprender francês. Antes e depois das aulas, os avaliados tiveram os cérebros mapeados por meio de ressonância magnética, assim como demonstraram o quão fluente estavam no novo idioma, também antes e após o curso.

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    Com o escaneamento, os cientistas analisaram duas regiões do cérebro. Primeiro, a parte responsável pela fluência ao falar. Depois, a área cerebral que utilizamos na hora de falar e pronunciar palavras. Cada uma dessas partes foi estudada para saber o quanto elas interagiam fisicamente com outros cantos do cérebro humano.

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    Voilà! Ao fim do curso, aqueles que possuíam interação física mais intensa da região responsável pela fala, conseguiram pronunciar palavras em francês sem errar. Já quem possuía a área cerebral mais ativa para a leitura foi capaz de ler o novo idioma com mais agilidade.

    Segundo os professores Xiaoqian Chai e Denise Klein, que encabeçaram o estudo, esses fatores explicam a facilidade (ou dificuldade) que estudantes costumam ter na hora de dominar um novo idioma. Mas, embora anatomia seja uma justificativa boa, eles também alertam que o “cérebro aprende com a experiência”, portanto o jeito é não deixar de estudar. 

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