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Tech: os 4 gadgets mais interessantes de dezembro

Um relógio que extrai energia "do ar", a ressonância magnética portátil, um toca discos diferente dos outros - e um capacete de proteção contra vírus

Por Bruno Garattoni 17 dez 2020, 13h44

Você usaria este capacete?

O Microclimate Air (US$ 300) funciona como uma supermáscara, envolvendo toda a cabeça. Ele tem dois ventiladores internos que puxam o ar, quatro filtros HEPA (que eliminam o novo coronavírus) e um sistema que evita o embaçamento do visor frontal, que é de acrílico. O capacete pesa 1 kg, é acolchoado por dentro, e sua bateria dura oito horas. 

Imagem do relógio Atmos.
Jaeger-Lecoultre/Divulgação

O relógio que extrai energia “do ar”

Ele se chama Atmos, foi criado pela empresa suíça Jaeger-LeCoultre, e é alimentado por pequenas variações de temperatura no ambiente. Quando isso acontece, um gás encapsulado dentro do relógio se expande ou contrai, gerando energia para movimentar as peças do aparelho – que não usa baterias nem corda. Custa US$ 28 mil.

Foto da Hyperfine, uma máquina de ressonância magnética portátil.
Hyperfine/Divulgação

Ressonância magnética portátil

As máquinas de ressonância são monstros que pesam 10 a 15 toneladas e custam milhões de dólares. A Hyperfine, que já está à venda nos EUA por US$ 260 mil, é diferente: ela é um carrinho, que pode ser levado até a cama onde o paciente está. Também gasta 35 vezes menos eletricidade que os modelos tradicionais (que chegam a consumir 100 mil watts).

Vista superior do toca-discos Beogram 4000c.
Bang & Olufsen/Divulgação

Um vinil tangencial

Os toca-discos convencionais têm um problema: o ângulo da agulha em relação aos sulcos muda conforme ela percorre o disco, e isso causa distorção no som. O Bang & Olufsen 4000c (US$ 12 mil) resolve isso, porque seu braço é tangencial: se desloca para o lado, mantendo sempre o mesmo ângulo em relação ao disco.

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