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Cachorros podem diminuir estresse no trabalho

Carol Castro 10 de maio de 2012

Imagine hoje um dia cansativo, cheio de trabalho e entrega de relatórios. Acrescente umas três reuniões (uma delas marcada para começar às 18h…) e uma discussão acalorada com o chefe sobre o desempenho da sua equipe. Dia de cão. Falando nisso, como seria se você pudesse levar seu companheiro babão pra encarar essa cilada empreitada ao seu lado?

Pesquisadores da Universidade da Comunidade da Virginia testaram essa possibilidade e concluíram: pessoas que levam o cachorro para o trabalho se estressam menos durante o expediente.

Eles avaliaram uma semana de trabalho em uma empresa voltada para o varejo. Durante o período, cerca de 30 funcionários levaram seus cachorros para o trabalho. Os 75 voluntários que participaram do estudo completaram vários questionários e coletaram amostras da própria saliva (usada para medir o nível de estresse).

Pela manhã, não houve diferença no nível de estresse entre quem estava acompanhado pelo cão, quem o havia deixado em casa, e aqueles que nem sequer tinham um cachorro. Mas ao longo do dia, os funcionários “solitários” apresentaram muito mais estresse do que os felizardos acompanhados pelo bichinho.

E nem precisa ser o seu cachorro. Segundo os pesquisadores, a presença de qualquer cão no trabalho melhora o ânimo de todos os membros da equipe.

Pede aí pro seu chefe.

Crédito da foto: flickr.com/purpri

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Thiago Perin 27 de julho de 2010

O verdadeiro Don Juan

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Confesso que eu nunca fui fã de cachorros, mas não dá pra negar: eles são, de fato, os melhores amigos do homem. Quer evidências? Ciência pura, ó: o psicólogo francês Nicolas Guégen (da Universidade da Bretanha do Sul, na França) colocou um cara para pedir o telefone de mulheres desconhecidas na rua – primeiro, sozinho (só 11 das 120 mulheres abordadas passaram seus números); depois, com um cachorrinho fofo do lado (e daí conseguiu 34 telefones na mesma quantidade de tentativas). Três vezes mais!

Esse foi o terceiro de três experimentos do tipo “com cachorro” e “sem cachorro” que Guégen fez para ver o quanto a companhia dos caninos influencia a simpatia alheia. No primeiro, um cara pedia dinheiro na rua para inteirar sua passagem de ônibus (com o bichinho, ganhou mais e maiores “contribuições”); no segundo, deixava moedas cairem no chão para ver quantas pessoas paravam para ajudar a pegá-las (e sim, com o cachorro presente, mais gente ajudou).

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