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Palavras digitadas no lado direito do teclado são mais positivas

Thiago Perin 9 de março de 2012

É o chamado “efeito QWERTY”.

Pesquisadores ingleses dizem que, aparentemente, a gente dá significados mais positivos a palavras em que predominam letras que ficam do lado direito do teclado.

A explicação é que, como no lado direito há menos teclas com letras, as combinações feitas por ali são mais fáceis de digitar. E o nosso cérebro, que gosta de uma tarefa fácil, percebe isso e já trata de associar uma certa emoção boa àquela palavra.

Para ninguém dizer que “é coisa de inglês”, os caras também analisaram palavras do espanhol e do holandês. Como? Botaram voluntários para digitar milhares de palavras, avaliando quais tinham sentido positivo, neutro e negativo, e depois checaram se nas mais positivas predominavam letras do lado direito ou esquerdo do teclado.

Segundo o estudo, o efeito foi “significativo” e “consistente” nas três línguas — mas especialmente forte em relação a expressões do internetês, como “LOL” (acrônimo de “laughs out loud”, algo como “ri muito”).

E no português, será que também é assim?

(Via Gawker)

Crédito da foto: flickr.com/maiac

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“Retweet”, “woot”, “mankini” e “sexting” viram verbetes no dicionário de Oxford

Thiago Perin 18 de agosto de 2011

Agora, além de OMG (“OH MY GOD”, “ai, meu Deus”), LOL (“laughs out loud”, “ri alto”) e <3 (um coração, óun), que já tinham sido adicionadas à versão online do Oxford Dictionary no início do ano, outros termos moderninhos ganharam respaldo acadêmico. Em sua última reforma, entre cerca de 400 novas palavras, o Oxford English Dictionary incluiu na lista oficial os termos retweet (o ato de compartilhar um tweet alheio no, duh, Twitter), woot (uma exclamação de animação meio equivalente a um “urrú”, bastante usada pelos fãs de games), mankini (o traje de banho que o Borat tornou famoso, sabe?) e sexting (a troca de mensagens picantes, ui, via celular).

E aí, quais palavras vocês acham que deveriam entrar para os dicionários brasileiros? Youtchubio? Dorgas? VEMGENT?

(Via Mashable)

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Falar vários idiomas pode deixar você com várias personalidades

Thiago Perin 4 de maio de 2011

Espera aí, é isso mesmo? É sério que a nossa personalidade muda dependendo de qual língua estamos falando? Um estudo chinês sugere que sim.

Psicólogos da Universidade de Hong Kong observaram que estudantes chineses fluentes em inglês se tornavam visivelmente “mais assertivos, extrovertidos e abertos a novas experiências” (características, segundo eles, culturalmente mais próximas de quem cresceu em países que falam inglês) quando estavam usando o segundo idioma.

O efeito foi ainda maior dependendo de com quem os estudantes chineses estavam conversando. Se eles falavam inglês com uma pessoa estrangeira, a “nova personalidade” ficava ainda mais proeminente.

Para os pesquisadores, isso sugere um link claro entre linguagem e personalidade. Eles explicam: o poder, é claro, não está na língua em si, e sim na ideia que as pessoas (no caso, os estudantes chineses) têm de quem a fala. Ou seja: se eles consideram os falantes de inglês mais extrovertidos, ajustam suas personalidades de acordo na hora de usar o idioma.

(Dica da @clauagain ;) )

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