Uma cabine detectora de homens-bomba é a mais nova arma americana no combate ao terrorismo em aeroportos. O “scanner de gente” parece um banheiro público ou uma daquelas máquinas automáticas de tirar fotos 3 x 4. Mas, lá dentro, em vez do flash da câmera, o cidadão recebe um sopro de ar, que sai de tubos instalados nas paredes e no teto da cabine. A amostra dessa baforada é coletada e passa por um sensor químico chamado espectrômetro de mobilidade de íon, aparelho que reconhece a “assinatura” química de uma variedade de explosivos. Se o cidadão tiver um mínimo de explosivo em sua roupa ou na pele, um monitor de computador faz as vezes de dedo-duro: entrega a quantidade e o tipo da substância. A tecnologia foi desenvolvida pelo laboratório americano Sandia, em parceria com uma empresa chamada Smiths Detection & Protection Systems – Barringer Instruments.
O aparelho, batizado de Portal Sentinela II, foi testado em aeroportos, mas é eficiente também em prédios comerciais, campos de futebol, ginásios ou qualquer outro lugar em que haja muito entra-e-sai de gente. O portal pode “escanear” até sete pessoas por minuto. Apesar de o tipo e a quantidade de explosivos passíveis de detecção não serem revelados por questões de segurança, o pesquisador Kevin Linker, do Sandia, afirma que ele encontra níveis mínimos dos “explosivos que interessam”.
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