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Sete planetas do sistema solar se alinham nos próximos dias. Saiba como ver

Já em janeiro, será possível observar seis planetas da janela (com um bom telescópio), e em fevereiro, um sétimo se junta à mistura.

Por Manuela Mourão
13 jan 2025, 18h00

O ano de 2025 começou bem para os amantes do Universo. Na última semana, foi quase possível ver a cor vermelha de Marte da varanda de casa, de tão aparente que o planeta vermelho se mostrou nos céus. Na terça-feira, dia 21, Marte, Júpiter, Urano, Netuno, Vênus e Saturno se alinham nos céus pela primeira vez e no mês seguinte, Mercúrio se une ao grupo. 

Um alinhamento planetário, por mais impressionante que pareça, é comum. Ele é um efeito visual: os corpos celestes não estão parados em linha reta de verdade, essa percepção é uma exclusividade para nós, terráqueos, que conseguimos ver a “fileirinha”. 

Qualquer número de planetas de três a oito constitui um alinhamento. Quando a sequência é composta por cinco ou seis corpos celestes é conhecida como um “desfile de planetas”, porém é mais comum que apenas cinco façam parte da reunião.

A ocorrência do alinhamento de sete planetas é o equivalente a um Pokémon Lendário, ou seja, extremamente raro, de todos os oito então, nem se fala. 

A explicação para a passarela é simples: todos os planetas orbitam o Sol em uma linha imaginária, similar a um bambolê, chamado “eclíptica” (a trajetória ao redor da grande estrela). “É por isso que às vezes observamos que os planetas parecem se aproximar uns dos outros no céu, pois os vemos ao longo de uma linha enquanto circulam pela pista de corrida cósmica”, explica a Nasa.

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Um alinhamento acontece quando os planetas se encontram de um mesmo lado do Sol, o que faz com que nós, na Terra, possamos ver todos ao mesmo tempo. 

Uma ilustração do próximo alinhamento planetário de janeiro, visto do hemisfério norte.
(Star Walk/Reprodução)
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Para enxergar Vênus, Saturno, Júpiter e Marte, basta olhar para o céu à noite. Os dois primeiros planetas se encontram a sudoeste, Júpiter ao alto e o planeta vermelho a leste – todos estes podem ser observados a olho nu, basta reconhecer a diferença entre o brilho de uma estrela e o de um planeta: as estrelas piscam enquanto os planetas tem um brilho fixo, normalmente mais forte que as estrelinhas. 

Urano e Netuno também estão lá, mas é necessário um telescópio para identificá-los, segundo a Nasa. O mesmo deve ocorrer quando Mercúrio chegar para a confraternização. 

Vênus e Saturno aparecerão especialmente próximos um do outro nos dias 17 e 18 de janeiro, em uma rara conjunção planetária, enquanto Marte foi sucesso no final de semana que passou (11 e 12).  

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A identificação pode ocorrer por meio de algumas ferramentas. No site Time and Date, é possível descobrir o horário de nascimento e de pôr de cada planeta, onde no céu eles estão e o nível de visibilidade deles, basta informar sua localização e a data de observação. O Sky Tonight também usa sua localização para criar um mapa dos corpos celestes acima da sua cabeça.  

No final deste ano, em 11 de agosto, seis planetas voltam para o estrelato: Mercúrio, Vênus, Júpiter, Urano, Netuno e Saturno. Mas o desfile de sete, como acontece em fevereiro, só deve voltar a acontecer no ano de 2492. Antes de um hepteto, deve acontecer o alinhamento de todos os oito planetas do nosso Sistema Solar, em 2161. Os dados são da Star Walk.

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