Como surgiu o sábio e onisciente Oráculo da Super?
Conheça a história da seção mais famosa da revista.
Pergunta de @marconivlima, via Instagram
No princípio, as perguntas via carta (bem retrô) iam para uma outra seção, chamada “Superintrigante”. Foi a semente do que se tornaria a finada revista Mundo Estranho (2001-2018), inteiramente dedicada a perguntas e respostas.
Em 2009, a Super criou (quer dizer, invocou) o Oráculo, que trabalha remotamente na cidade grega de Delfos. Segundo o ex-editor (ou melhor, sacerdote ancião) Tiago Jokura, a criação do personagem inspirou os leitores a mandar suas dúvidas cheias de gracinhas e deboche, como você fez acima, caro Marconi: “a manifestação espiritual e espirituosa seguiu tão popular que passou a estimular o bom humor de quem enviava as perguntas cheias de mirabolância e malemolência”.
Do Oráculo já saiu blog, livro e muitos questionamentos completamente exclusivos. Hoje em dia, em vez de cartas ou pombos-correios, as perguntas são recebidas pelo Instagram da Super ou no e-mail do editor da seção, Bruno Vaiano (bruno.vaiano@abril.com.br).
Se você é um leitor voraz da Super, talvez se interesse por outras perguntas recentes respondidas no Oráculo. Uma delas é sobre como as páginas da revista eram montadas antes dos programas de computador (spoiler: haja cola e tesoura). Outra conta a história da capitular – aquelas letras iniciais gigantes que costumam ser praxe em publicações impressas.
Também vale mergulhar em duas reportagens sobre a trajetória da Super. A primeira, escrita por Denis Russo Burgierman, antigo diretor de redação da revista, fala sobre os primeiros 15 anos da publicação. Já a segunda é um especial do aniversário de 35 anos, completados em 2022, e traz uma seleção do editor Bruno Garattoni com as coisas mais relevantes que publicamos ao longo desse tempo.
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