Por que uns cocôs flutuam e outros não?
Ó, senhor dos tronos, escrutinador de toda escatologia: por que alguns cocôs flutuam e outros não? Beatriz Silva Lombardi, Cruzeiro, SP Não fique boiando. A maioria afunda. As fezes humanas são formadas por água (cerca de 80%), fibras, bactérias, restos alimentares e produtos da digestão. Por serem mais densas do que a água que banha […]
Ó, senhor dos tronos, escrutinador de toda escatologia:
por que alguns cocôs flutuam e outros não?
Beatriz Silva Lombardi, Cruzeiro, SP
A maioria afunda. As fezes humanas são formadas por água (cerca de 80%), fibras, bactérias, restos alimentares e produtos da digestão. Por serem mais densas do que a água que banha as latrinas, elas costumam ir para as profundezas.
Mas variações são normais. Alguns alimentos produzem bolhas de gases que se misturam ao bolo fecal: é o caso de doces, feijão, repolho, brócolis etc. Esse cocô aerado fica mais leve e flutua.
Gordura (em excesso no bolo) é outro ingrediente que faz as fezes virem à tona. Neste caso, não fique boiando também: a flutuação pode indicar problemas no intestino, no fígado ou no pâncreas.
A doença celíaca, que ocorre em algumas pessoas com intolerância à glúten, pode ser identificada por fezes flutuantes. Mas antes de tirar qualquer conclusão via autoexame fecal, procure um médico – gastroenterologista de preferência.
Fonte: Ronaldo Salles, presidente da Sociedade Brasileira de Coloproctologia

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