Qual a diferença entre espécie e subespécie?
A natureza não se encaixa bem em categorias fixas, mas cientistas as criam para facilitar análises.
Espécies diferentes não conseguem cruzar e deixar descendentes férteis. As subespécies são populações da mesma espécie que habitam regiões diferentes e não se encontram com outros grupos, e por isso têm distinções anatômicas e comportamentais, mas ainda podem cruzar entre si.
Dá para considerar as subespécies como um tipo de “transição”: ao longo de milhares ou milhões de anos, o isolamento desses grupos poderia fazer com que as diferenças fossem grandes demais, criando assim espécies distintas na árvore da vida.
Dito isso, as classificações nem sempre são consenso. Essas categorias são feitas por humanos para tentar colocar a natureza em caixinhas e facilitar as análises – mas a realidade é mais complexa. Uma pesquisa de 2021 descobriu que biólogos usam pelo menos 16 definições distintas para definir espécies.
Um exemplo recente é o das girafas: por mais de dois séculos, elas foram consideradas uma única espécie (Giraffa camelopardalis), com nove subespécies. Com novos estudos que analisaram o DNA e o crânio delas , o consenso atual é de que há quatro espécies de girafas e sete subespécies reconhecidas.
Novo metrô de São Paulo deve sair em 2026. Veja os bastidores da construção
Groenlândia: nome da ilha vem de uma jogada de marketing furada dos vikings
Como Michelangelo pintou o teto da Capela Sistina?
Marsupial ameaçado de extinção é fotografado pela 1ª vez em 80 anos na Austrália
Seu nome está no ranking? Saiba como explorar a nova plataforma Nomes no Brasil







