Perdão e nojo têm raízes em comum no cérebro
Quem é mais nojentinho pode ter propensão maior ao rancor – e vice-versa.
Há uma ilha dentro do cérebro. Uma região escondida lá no meio, chamada de córtex insular. E o tamanho dessa ilha pode determinar o quão disposto você é a perdoar quem te fez mal. Pessoas com esse pedaço do cérebro maior que a média tendem a ser mais rancorosas, de acordo com um novo estudo.
Já quem tem uma ínsula menorzinha tende a se ofender menos com a ação alheia, e perdoa mais facilmente. O curioso é que o córtex insular é famoso por seu envolvimento em uma emoção totalmente diferente: o nojo.
A ínsula fica ativa caso você veja (ou apenas imagine) uma cena bem nojenta – seja de uma carnificina ou comida podre.
O interessante é que a pesquisa, realizada em Xangai, sugere que perdão e nojo são inversamente proporcionais no cérebro. Quem tem uma ínsula maior que o normal estaria mais predisposto a sentir nojo e guardar rancor. E quem perdoa mais fácil, com sua pequena ínsula, seria também menos sensível às nojeiras do dia a dia.
Por que os pássaros não peidam?
O Cavaleiro dos Sete Reinos: o que você precisa saber sobre o novo spin-off de Game of Thrones
Chuvas de meteoros, eclipse e conjunções: os melhores eventos astronômicos de cada mês de 2026
Como funciona o jogo do bicho?
Superquilonova: pela primeira vez, astrônomos podem ter observado uma rara explosão dupla de uma estrela







