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André rizek

Repórter especial da revista Placar e comentarista do canal SporTV, Rizek viu muita balada no futebol. Então aqui ele dá sua seleção de craques que preferiam uma bela noitada a uma boa rodada. E um que exagerou na(s) dose(s)

VAMPETA

Uma vez perguntei com quantas estrelas já havia dormido. A resposta: “De graça ou pagando?” É o único jogador que já rolou, bêbado, na rampa do Palácio da Alvorada… Isso o torna hors-concours.

GEORGE BEST

Ídolo do Manchester United nos anos 60 e maior jogador norte-irlandês da história (quando tinha condições de jogar…), cunhou: “Gastei muito dinheiro com bebidas, mulheres e carros. O resto desperdicei”.

ROMÁRIO

Ele não bebe e sua balada é outra: mulher. Em 1998, durante um treino da seleção, havia uma loiraça incrível na arquibancada. Romário só trocou sinais com ela. E à noite a loira foi para o quarto dele.

RENATO GAÚCHO

A Copa de 1986 era para ser dele. Mas Renato pulou o muro da concentração e foi para a farra. Na volta, já amanhecendo, foi flagrado pela comissão técnica, trançando as pernas. Acabou cortado.

RONALDO

Só um baladeiro profissional constrói uma boate em casa, para fazer o que bem entende longe dos paparazzi. Mas, como não superou os demais no quesito farra, tornou-se o maior artilheiro das copas.

VÁLBER

“Um fenômeno, o zagueiro mais técnico que eu já vi”, é o que os companheiros dizem do ex-zagueiro de São Paulo, Flamengo e outros clubes nos anos 90. Tinha futebol para brilhar em uma copa. Preferiu brilhar na noite.