Como podem os icebergs, que ficam no mar, ser feitos de água doce?
Compartilhe essa matéria: Link copiado! Eles são enormes blocos que se desprendem das geleiras polares – que, por sua vez, foram formadas pelas neves da Era Glacial. São, portanto, de água doce e não devem ser confundidos com água do mar congelada. O nome vem do holandês ijsberg, literalmente “montanha de gelo”. Estima-se que a […]
Eles são enormes blocos que se desprendem das geleiras polares – que, por sua vez, foram formadas pelas neves da Era Glacial. São, portanto, de água doce e não devem ser confundidos com água do mar congelada. O nome vem do holandês ijsberg, literalmente “montanha de gelo”. Estima-se que a formação dos atuais icebergs tenha começado há pelo menos 3 000 anos, quando se acumulou a neve que lhes deu origem. Esse acúmulo monumental faz com que, nas camadas mais profundas, a neve se transforme em enormes lâminas de gelo, compactada pela pressão das camadas superiores. Devido ao movimento de subida e descida das marés, grandes massas de gelo acabam se soltando da lâmina principal nas regiões costeiras, formando, assim, os icebergs, que saem flutuando a esmo pelo oceano. Os dois pontos principais de formação de icebergs são no Oceano Atlântico, na Antártida e na Groenlândia. Os que causam mais problemas são esses últimos.
Embora sejam maiores, os da Antártida costumam derreter antes de atingir as principais rotas de navegação. O maior iceberg já visto no Atlântico Norte, em 1957, atingia cerca de 180 metros só em sua parte fora dágua (que costuma equivaler a um nono da massa total desses blocos de gelo).
Por que os pássaros não peidam?
A história do Vazio de Boötes, o pedaço mais assustador do Universo
O Cavaleiro dos Sete Reinos: o que você precisa saber sobre o novo spin-off de Game of Thrones
Por que falam que a carne de porco é “remosa”?
Superquilonova: pela primeira vez, astrônomos podem ter observado uma rara explosão dupla de uma estrela







