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O que é um eclipse solar anular, que acontece nesta terça (17)

Vem aí o anel de fogo

Por Rafael Battaglia
16 fev 2026, 08h00 •
  • O ano de 2026 será farto para quem gosta de eclipses, com dois solares (17 de fevereiro e 12 de agosto) e dois lunares (3 de março e entre 27 e 28 de agosto). Tirando o do dia 12 de agosto, todos serão visíveis da América do Sul.

    E o primeiro desses eclipses, no dia 17/2, já é especialmente interessante — ele será um eclipse solar anular, um tipo bastante diferente do que costumamos imaginar.

    Existem três tipos de eclipse solar:

    • Eclipse solar total: É quando a Lua encobre totalmente a superfície visível do Sol. Quando ele acontece, as pessoas na Terra que ficam sob a sombra da Lua conseguem observar o fenômeno em toda sua glória: uma grande “bola preta” no céu com uma coroa de luz ao redor.
    • Eclipse solar parcial: Acontece quando a Lua passa entre o Sol e a Terra, mas os três corpos celestes não estão totalmente alinhados. Isso faz com que apenas parte do Sol fique encoberta e a parte iluminada tenha um formato de crescente (como um croissant). Durante um eclipse solar total ou anular, as pessoas que estão fora da área coberta pela sombra da Lua enxergam um eclipse solar parcial.
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    • Eclipse solar anular: Acontece quando a Lua passa entre o Sol e a Terra, mas está em um ponto de sua órbita que é muito distante da Terra. Isso faz com que a Lua pareça menor no céu do que o Sol e não cubra totalmente sua face, deixando visível um anel de luz brilhante ao redor — por isso, o fenômeno também é conhecido como “anel de fogo”.

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    Os eclipses anulares são o tipo mais raro de eclipse solar. Enquanto os eclipses solares totais normais podem ocorrer em qualquer ponto da órbita da Lua ao redor da Terra, os eclipses anulares acontecem apenas quando a Lua está próxima do seu apogeu (ponto de sua órbita em que está mais distante da Terra).

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    Locais mais próximos dos polos, como as regiões do Ártico e da Antártida, observam eclipses anulares com mais frequência do que locais mais próximos do equador. Isso ocorre porque a Lua está ligeiramente mais distante dos polos da Terra do que de suas regiões equatoriais, fazendo com que seu tamanho aparente no céu seja um pouco menor.

    Outra curiosidade é que, diferentemente do eclipse total, no anular nunca existe escuridão completa. Como sempre sobra um anel do Sol visível, a coroa solar não aparece, mesmo no máximo do eclipse.

    O eclipse solar anular do dia 17/2 acontecerá sobre a Antártida, mas será visível de forma parcial na África e na América do Sul (vale procurar lives no YouTube no dia para assistir). Novos eclipses desse tipo devem acontecer em 6/2/2027, 26/1/2028, 1/6/2030 e 21/5/2031.

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