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Aids, No rumo da cura

A Aids e o câncer são os maiores desafios da Medicina. Mas os avanços se acumulam e a vitória final não pode estar distante.

Por 1 out 1998, 22h00 | Atualizado em 31 out 2016, 18h38

A guerra contra o câncer e a Aids ainda está longe de ser vencida, mas a Medicina tem registrado avanços cada vez mais importantes. Da Aids não se pode falar em cura. Do câncer, sim. A maioria dos tumores já pode ser curada, desde que diagnosticados no início. Existem cinco estratégias de terapia. Veja quais são elas.

Cirurgia – É possível eliminar completamente um tumor a partir de intervenção cirúrgica, exceto em caso de metástase.

Quimioterapia – Consiste no emprego de substâncias químicas para eliminar os focos de câncer existentes em qualquer parte do corpo. O problema é que o tratamento atinge tanto células cancerosas quanto saudáveis.

Radioterapia – Atua diretamente sobre o tumor, bombardeando-o com radiação. Não funciona quando o câncer já está espalhado pelo organismo.

Imunoterapia – Uma vacina é injetada com a finalidade de ativar o sistema imunológico e fazê-lo atacar a célula cancerosa.

Terapia genética – O objetivo é curar a célula defeituosa inserindo genes saudáveis capazes de reparar o defeito. Ainda está em fase de pesquisa.

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Driblando o tumor

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Uma mudança no modo de vida pode ser indispensável para prevenir a doença.

CIGARRO

Um terço dos casos de câncer acontece por causa do cigarro. As substâncias tóxicas vão direto para dentro do corpo, e se prendem às células e aos tecidos. O fumo sozinho pode provocar, entre outros, câncer de pulmão, faringe, esôfago, boca, estômago e pâncreas. A melhor saída é parar de fumar.

ÁLCOOL

Mais de duas doses de destilados por dia aumentam o risco de câncer de faringe, laringe e esôfago. Quando aliado ao cigarro, o risco ainda é maior.

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L

O sol é o principal responsável pelo câncer de pele. Recomenda-se não tomar banho de sol entre as 11 da manhã e as 3 da tarde, especialmente se você tiver pele clara e em dias quentes de verão.

DIETA

Um cardápio com muita gordura e poucas fibras favorece vários tipos de tumor, principalmente no estômago, intestino, próstata e mama. De forma geral, uma dieta rica em vegetais, legumes e frutas ajuda a fortalecer as defesas naturais.

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EXAMES

Quando se atinge a meia-idade, o risco de se ter qualquer tipo de câncer aumenta. Os tumores de mama e de próstata são de grande incidência, mas podem ser evitados com exames regulares. As mulheres devem fazer mamografia anualmente. Já os homens precisam se submeter aos exames de toque retal e PSA, que mede os níveis de uma proteína específica da próstata.

 

 

Quem sabe é super

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Entre todos os países classificados como “em desenvolvimento”, o Brasil é o único que distribui, de graça, remédios antivirais aos portadores do HIV.

 

Cresce a esperança de se derrotar a Aids

Uma nova geração de medicamentos, capazes de conter a multiplicação do vírus da Aids no organismo, está animando os cientistas. A primeira droga contra a doença, o AZT, começou a ser receitada em 1987 e foi, por muito tempo, o único recurso da Medicina no combate à Aids. Apareceram depois outros antivirais da mesma família, que agem sobre a enzima transcriptase reversa (veja infográfico na página 14). Eles dificultam a transformação do RNA do vírus em DNA, e sua entrada no núcleo da célula. Outra arma contra o vírus são os inibidores de protease, uma enzima que auxilia a maturação dos novos HIV. Desenvolvido pelo médico norte-americano David Ho (foto), o chamado coquetel anti-HIV é uma combinação dessas drogas. O paciente tem que tomar até 14 comprimidos num só dia. Apesar dos muitos efeitos colaterais e da resistência que o vírus pode adquirir a alguns desses remédios, a melhora dos doentes mantém a esperança da cura definitiva da Aids.

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