Câncer: uma descoberta que vale por três
De uma só vez, a equipe do professor Pier Paolo Di Fiore, do Instituto Nacional do Câncer, nos Estados Unidos, realizou três descobertas essenciais sobre o câncer. Eles encontraram o RET, um gene que está envolvido em tumores glandulares, como o da tireóide. De tabela, vieram mais duas revelações, que trazem novas esperanças de cura.
Primeiro: esses tumores são hereditários e – surpresa – o gene RET é dominante. Isso quer dizer que ele, sozinho, determina o aparecimento da doença. Até hoje, achava-se que o câncer só era transmitido de pais para filhos por dois genes, nesse caso chamados recessivos (veja ilustração). Segundo: o RET ativado fabrica uma proteína que vai para a superfície da célula. Os médicos poderão usar anticorpos monoclonais, moléculas programadas para levar drogas anticâncer apenas até as células com essa proteína, sem atacar áreas sadias próximas ao tumor. Terceiro: o RET precisa de uma proteína para ser ativado. Se for possível desmontá-la com drogas, será como desligar a bomba do câncer. “Isso quer dizer que, em médio prazo, poderemos tratar tumores apenas com medicamentos”, afirmou Di Fiore à SUPER.
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